Tarcísio Busca Caducidade da Enel São Paulo: Crise de Energia em São Paulo!

Crise na Enel: Governo de Tarcísio busca fim da concessão! ⚡️ Governo de Tarcísio de Freitas intensifica pressão para caducidade da Enel São Paulo. Urgente! Saiba mais

20/02/2026 7:38

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(Imagem de reprodução da internet).

Crise na Enel São Paulo: Governo de Tarcísio Busca Caducidade da Concessão

O governo do estado de São Paulo, liderado pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), intensificou seus esforços para buscar a caducidade da concessão da Enel São Paulo. Uma ofício foi enviado ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e ao diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, formalizando o pedido de estimativa de prazo para a conclusão do processo de monitoramento.

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A iniciativa, assinada pela secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, e pelo secretário de Parcerias em Investimentos, Rafael Benini, visa evitar novos episódios de colapso no fornecimento de energia na região. O governo paulista argumenta que a Enel tem apresentado “recorrência de falhas”, evidenciando “deficiências estruturais” na manutenção da rede e na gestão do pessoal.

O processo de caducidade foi iniciado em dezembro de 2025, após uma reunião entre o governador Tarcísio de Freitas, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), e o ministro Alexandre Silveira. A medida foi motivada por um apagão que afetou cerca de 2,3 milhões de imóveis na capital e na Grande São Paulo, um evento que reacendeu críticas à concessionária, que já havia sofrido outros blecautes no ano anterior.

A situação se agrava considerando que a concessão é de competência federal, sendo a Aneel responsável por conduzir o processo de anulação, caso seja decretada a caducidade. O acordo vigente se estende até 2028, e a possibilidade de renovação antecipada havia sido considerada pelo Ministério de Minas e Energia.

O episódio também gerou tensões entre as gestões de Lula e Tarcísio de Freitas.

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Após o apagão, o Ministério de Minas e Energia mudou de postura, determinando “rigor absoluto” na fiscalização da Enel, em resposta a falhas reiteradas e interrupções no fornecimento de energia. O governo paulista mantém a posição de que a empresa, mesmo gerando caixa, não pode ser “empurrada goela abaixo” e que a intervenção poderia utilizar esses recursos para normalizar o serviço, ressaltando a insuficiência de planos de contingência.

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