STF recebe informações sobre custódia de Monique Medeiros após ordem de Gilmar Mendes

Polícia Penal do Rio informa STF sobre custódia de Monique Medeiros. Saiba onde ela será detida após ordem de Gilmar Mendes!

19/04/2026 22:31

3 min

STF recebe informações sobre custódia de Monique Medeiros após ordem de Gilmar Mendes
(Imagem de reprodução da internet).

Polícia Penal do Rio Informa ao STF sobre Custódia de Monique Medeiros

A Secretaria de Estado de Polícia Penal do Rio de Janeiro comunicou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que já designou a unidade prisional onde Monique Medeiros deverá ser mantida sob custódia. A pasta responsável informou que o local exato não será divulgado por razões de segurança.

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Apesar da comunicação, até o final do dia de domingo, 19, ela ainda não havia registrado sua entrada no sistema penitenciário. Essa notificação ao STF ocorreu após uma decisão do ministro Gilmar Mendes, que determinou a prisão imediata de Monique e estabeleceu um prazo para que o estado informasse o local de detenção.

Medida Judicial Visa Garantir a Justiça e a Segurança

A determinação judicial atende a um pedido feito pela defesa de Leniel Borel, pai de Henry, visando assegurar a segurança das testemunhas e a correta condução do processo judicial. Em declaração pública, Leniel Borel considerou a decisão um avanço significativo na busca pela verdade.

“Essa decisão prova que nunca foi em vão lutar e não desistir. Recorrer não foi só uma medida jurídica, mas de coragem, responsabilidade e amor. Era necessária porque a soltura colocava em risco o julgamento, as testemunhas e a própria busca da verdade”, afirmou Leniel Borel.

Impugnações e Esclarecimentos Processuais

Por sua vez, a defesa de Monique apresentou embargos de declaração ao relator. Nesses embargos, os advogados solicitaram esclarecimentos sobre a legalidade da decisão e sobre o procedimento para o cumprimento da prisão.

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Os defensores também pediram que fosse definida a unidade prisional, alegando riscos à integridade física da acusada caso a custódia não fosse especificada.

Contexto da Prisão e o Caso Henry Borel

O ministro Gilmar Mendes havia restabelecido a prisão preventiva de Monique na sexta-feira, 17. Essa determinação veio após manifestação da Procuradoria-Geral da República, em ação apresentada pela assistência de acusação.

A prisão havia sido revogada pela Justiça do Rio em março deste ano, sob o argumento de excesso de prazo. Contudo, o ministro entendeu que o adiamento do júri ocorreu após uma manobra da defesa do corréu Jairo Souza Santos, que se ausentou do plenário.

A Tragédia e as Acusações

O caso remonta à morte de Henry Borel, em março de 2021, evento que gerou grande repercussão nacional. Monique Medeiros e [Nome do outro réu] são réus e serão julgados em júri popular no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

As investigações apontaram que o menino chegou morto ao hospital, e a perícia descartou qualquer acidente doméstico, indicando múltiplas lesões. O laudo do Instituto Médico Legal apontou hemorragia interna e laceração hepática como causa da morte.

Conclusão sobre as Acusações

Mensagens coletadas durante a investigação sugerem que Henry sofria agressões frequentes e que Monique teria sido avisada previamente. A polícia concluiu que as violências ocorreram com o conhecimento dela. O Ministério Público denunciou o casal por homicídio triplamente qualificado, tortura, coação no curso do processo e fraude processual.

Monique também responde por [Detalhe da acusação de Monique].

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