PT-SP Defende Messias no STF, Nega Crise e Revela Suspeitas Sobre Voto

Deputado do PT-SP Defende Nomeação de Messias ao STF, Nega Intenção de “Fim do Governo”
O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) se manifestou após a rejeição da nomeação do advogado Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Senado, na quarta-feira, 29 de abril de 2026. A votação, que ocorreu após a indicação do presidente (PT) para preencher a vaga deixada por Luís Roberto Barroso em outubro de 2025, resultou em 42 votos contra e 34 a favor.
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Teixeira ressaltou que Messias demonstrou “altíssima competência” durante a sabatina e que o advogado-geral da União está “de alma tranquila” com a decisão.
Rejeição Considerada Injusta e Motivação Duvidosa
O parlamentar expressou sua lamentação pela rejeição, argumentando que Messias possuía todas as qualidades necessárias para o cargo de ministro do STF. No entanto, Teixeira sugeriu que a decisão do Senado não foi motivada por questões específicas relacionadas ao nome do advogado. “O Messias não teria nenhuma razão para não ser aprovado.
Então, não foi ele. Talvez os senadores daqui estejam com uma questão”, declarou. Ele enfatizou a necessidade de a imprensa investigar a fundo o motivo da rejeição, indicando que o voto dos senadores pode ter se baseado em outro aspecto, e não na qualificação de Messias.
Voto no PL e Sem Informações sobre Novo Indicato
Teixeira também afirmou não saber se o presidente (PT) pretende indicar outro nome para o STF. Ele reiterou seu compromisso de votar pela manutenção do veto do Projeto de Lei (PL) em discussão no Congresso Nacional, que ocorrerá na quinta-feira, 30 de abril de 2026.
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A nomeação de Messias foi a primeira vez em 132 anos que um presidente federal não conseguiu aprovar seu indicado para o Supremo Tribunal Federal, um recorde que antecede até mesmo a nomeação do marechal Floriano Peixoto em 1894.
Análise da Rejeição e Expectativas Futuras
A votação final, com 42 votos contra e 34 a favor, representou um desvio de sete votos em relação aos 41 necessários para a aprovação. A rejeição de Messias gerou debates sobre os critérios utilizados pelos senadores e sobre as possíveis motivações por trás da decisão.
A expectativa agora é de que o presidente (PT) apresente um novo nome para o cargo, buscando superar as resistências do Senado e garantir a nomeação de um ministro ao STF.
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