Papa Leão XIV Alerta: Urgência na Ação Contra Crise Climática Global

Papa Leão XIV cobra ações urgentes contra crise climática, critica falta de vontade política global. Vaticano divulga mensagem do pontífice sobre Acordo de Paris

17/11/2025 22:16

2 min

Papa Leão XIV Alerta: Urgência na Ação Contra Crise Climática Global
(Imagem de reprodução da internet).

Papa Leão XIV Clama por Ações Urgentes Contra Crise Climática

O Papa Leão XIV fez um apelo nesta segunda-feira (17) aos líderes globais para que adotem “ações concretas” diante do agravamento da crise climática, expressando seu pesar pela falta de “vontade política” em alguns governantes. A declaração foi feita através de uma mensagem em vídeo, direcionada a líderes religiosos reunidos à margem de um evento em .

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A gravação, divulgada pelo Vaticano, enfatizou a importância do Acordo de Paris como ferramenta essencial para proteger o planeta e as pessoas.

O pontífice ressaltou que o Acordo de Paris impulsionou um progresso real e continua sendo a principal ferramenta para a proteção do planeta. No entanto, o Papa criticou a resposta insuficiente dos países em relação ao problema, atribuindo a falha à falta de vontade política. “O que está falhando é a vontade política de alguns”, declarou, enfatizando a urgência da situação.

Leão XIV destacou a necessidade premente de preservar a Amazônia, que ele descreveu como um “símbolo vivo da criação” com uma “necessidade urgente de cuidado”. O Papa alertou para os impactos já sentidos pelas populações mais vulneráveis, que sofrem com inundações, secas, tempestades e um calor intenso.

Ele apontou que “uma em cada três pessoas vive em grande vulnerabilidade” devido a essas mudanças climáticas.

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O pontífice enfatizou que, apesar da janela de oportunidade para limitar o aumento da temperatura global a 1,5°C ainda existir, ela está se fechando rapidamente. As negociações oficiais da ONU, que entram em sua fase final nesta semana, revelam a persistente divisão entre os países sobre pontos cruciais.

O Acordo de Paris, assinado em 2015, voltou à tona após a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de se retirar novamente do pacto, que busca manter o aquecimento global abaixo de 2°C e, idealmente, em 1,5°C.

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