Painéis luminosos em São Paulo são bloqueados por Justiça após ação popular

Painéis luminosos em São Paulo são bloqueados pela Justiça! 🚨 Projeto da prefeitura no centro da capital é suspenso por determinação judicial. Saiba mais!

28/05/2026 18:30

2 min

Painéis luminosos em São Paulo são bloqueados por Justiça após ação popular
(Imagem de reprodução da internet).

A Justiça de São Paulo suspendeu, na quarta-feira (27 de maio de 2026), o projeto da prefeitura de São Paulo para a instalação de painéis luminosos no centro da capital. A iniciativa, que previa a colocação de telões em prédios emblemáticos no cruzamento das avenidas Ipiranga e São João, foi barrada por uma determinação judicial.

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O documento completo está disponível em formato PDF (35 kB).

A desembargadora Celina Kiyomi Toyoshima proibiu o início de qualquer obra, instalação ou intervenção relacionada ao projeto. A decisão foi tomada após uma ação popular que questionava a legalidade da iniciativa, apresentada em abril pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) e pelo governador Carlos Aguinaga (Republicanos).

A magistrada considerou a “magnitude do projeto, o impacto na região e o potencial dano à população” ao conceder a medida cautelar.

O projeto contemplava a instalação de painéis nos edifícios Cine Paris República, Herculano de Almeida, Galeria Sampa e New York. Além disso, impedia projeções mapeadas no Edifício Independência II. A juíza estabeleceu uma multa diária para o caso de descumprimento da ordem.

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A região, conhecida como “Times Square paulistana” em referência ao famoso local de Nova York, envolvia um termo de cooperação técnica entre a Prefeitura de São Paulo e a Fábrica de Bares, responsável pelo Bar Brahma, que também seria responsável pela restauração da região.

A proposta original previa que cerca de 70% do conteúdo exibido nos telões fosse dedicado a artes digitais e eventos culturais, enquanto os 30% restantes seriam destinados a conteúdo patrocinado. A ideia era fechar a rua ao tráfego de veículos entre as 18h de sábado e as 23h de domingo, com a instalação de pequenos palcos para apresentações musicais, espaços para animais de estimação com feira de adoção, uma feira gastronômica e uma área para artesanato.

A administração municipal ainda não se manifestou sobre a decisão judicial. O Poder360 entrou em contato com a assessoria da prefeitura para obter um posicionamento, mas ainda não houve resposta na publicação desta reportagem.

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