Ministro Moraes Ordem Extradição de Zambelli da Itália: Decisão Crucial!

Ministro Moraes Determina Extradição de Zambelli da Itália
O ministro Alexandre de Moraes, do Poder Judiciário, ordenou nesta quarta-feira, 20 de maio de 2026, que os ministérios da Justiça e do Itamaraty tomem as medidas necessárias para a extradição da ex-deputada federal (PL-SP), atualmente na Itália.
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A determinação acompanha a análise de um recurso apresentado pela parlamentar. A decisão foi publicada em documento oficial (PDF – 139 kB).
Em 22 de maio, a Corte italiana julgará o recurso de defesa apresentado por Zambelli contra a autorização de extradição para o Brasil. A Justiça italiana mantém a recomendação de que a ex-deputada seja entregue às autoridades brasileiras. A decisão da Corte de Apelação italiana se baseia no caso envolvendo a acusação de agressão a um homem durante as eleições de 2022 em São Paulo.
Zambelli deixou o Brasil em junho de 2025, após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em dois processos distintos. O STF aplicou uma pena de 5 anos e 3 meses de prisão, com base nos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma.
A ex-deputada possui dupla cidadania e está sob custódia na capital italiana desde junho de 2025.
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Atualmente, Zambelli está detida no presídio feminino de Rebibbia, em Roma. Ela aguarda a decisão final da Justiça italiana, que começou a ser analisada em julho de 2025, após sua detenção pela polícia em um apartamento romano. A situação se agravou com as recentes condenações.
CONDENAÇÕES NO BRASIL O caso do porte ilegal de arma de fogo representa a segunda condenação de Zambelli pelo STF. A ex-deputada acumula mais de 15 anos de pena de prisão. Inicialmente, o tribunal a condenou a 10 anos de prisão em maio de 2025, além da obrigação de pagar R$ 2 milhões em indenização por danos coletivos.
A condenação original se baseou na invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Alexandre de Moraes já havia determinado a prisão preventiva de Zambelli. As investigações revelaram que a ex-parlamentar, em conjunto com Walter Delgatti, foi a autora intelectual da invasão ao sistema do CNJ, com o objetivo de emitir um mandado falso de prisão contra o ministro Moraes.
Delgatti admitiu ter realizado o trabalho a pedido da congressista. A situação continua sob análise judicial na Itália, com a expectativa de que a extradição para o Brasil prossiga.
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