Impeachment no STF: O que esperar após votação de Moraes, Toffoli e Mendes?

Impeachment no STF: o que esperar após votação nesta terça-feira, dia 14? Entenda o rito político e o impacto da aprovação do parecer!

14/04/2026 12:42

2 min

Impeachment no STF: O que esperar após votação de Moraes, Toffoli e Mendes?
(Imagem de reprodução da internet).

Impeachment no STF: O que esperar após votação nesta terça-feira

Caso seja aprovado nesta terça-feira, dia 14, o parecer que solicita o impeachment dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes será encaminhado ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Cabe a ele decidir se o processo será levado a votação em comissão especial.

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Natureza das acusações: Crime de responsabilidade

Alessandro Vieira, do MDB-SE, autor do parecer final, sugeriu o indiciamento dos ministros por crime de responsabilidade, sem que isso configure um crime penal. Essa distinção é crucial, pois as acusações não seriam remetidas à Procuradoria-Geral da República (PGR), cujo chefe, Paulo Gonet, também está entre os nomes citados.

O rito político do julgamento

Vieira esclareceu que o crime de responsabilidade possui um caráter eminentemente político. Por isso, o processo de investigação, julgamento e sanção seria conduzido pelo Senado Federal, e não pela esfera criminal.

Impacto da aprovação do parecer

A aprovação do parecer, que depende de votação pela maioria da CPI, marcada para as 14h desta terça-feira, dará maior controle sobre o andamento das denúncias a Davi Alcolumbre. Uma eventual condenação, nesse cenário, levaria ao impeachment dos magistrados.

Dinâmica da CPI e o presidente do Senado

É notório que o presidente do Senado não demonstra grande apoio aos trabalhos realizados pelo colegiado. Ele já havia tomado a decisão de não prorrogar a comissão por mais três meses, apesar do pedido do relator.

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Desenrolar da sessão e incertezas

Embora a sessão para leitura e apreciação do parecer estivesse inicialmente marcada para as 9h, ela foi adiada para as 14h. O adiamento ocorreu a pedido de Fabiano Contarato, membro da base governista e presidente da CPI.

Questionado sobre a existência de um consenso, o relator comentou que cada um dos envolvidos seria confrontado com sua própria trajetória de vida.

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