Governo Republicano flexibiliza leis de armas após atentado na Casa Branca

Governo Republicano flexibiliza regras para armas após atentado! Revogação de 34 normas da ATF causa impacto nos EUA. Saiba mais!

02/05/2026 15:48

2 min

Governo Republicano flexibiliza leis de armas após atentado na Casa Branca
(Imagem de reprodução da internet).

Governo Republicano Revoga Regulamentações sobre Armas de Fogo nos EUA

O governo, liderado pelo Partido Republicano, anunciou nesta quarta-feira, 29 de abril de 2026, a revogação de uma série de regulamentações relacionadas a armas de fogo nos Estados Unidos. A medida, detalhada em entrevista coletiva e divulgada pelo jornal The New York Times, ocorre em um contexto político sensível, após um atentado contra o presidente norte-americano durante o jantar dos correspondentes da Casa Branca.

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O Departamento de Justiça propôs 34 novas regras, o maior volume emitido pela Agência de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos (ATF) em 15 anos. O ataque, perpetrado por um atirador que utilizou armas registradas legalmente, resultou em um oficial ferido sem gravidade.

A mudança surge em resposta a uma ordem executiva assinada por Donald Trump em fevereiro de 2025, que buscava revisar atos da gestão de Joe Biden considerados incompatíveis com a Segunda Emenda da Constituição dos Estados Unidos.

Principais Alterações nas Regulamentações

As novas diretrizes, segundo o governo, visam substituir o que classificou como “confusão” regulatória por regras mais diretas para os cidadãos. Entre as principais alterações anunciadas pelo Departamento de Justiça, destacam-se a brecha em feiras de armas, com a revogação de uma norma de 2024 que exigia verificação de antecedentes para vendedores não licenciados; a revogação formal da restrição de 2023 aos suportes de pistola, acessórios que permitem apoiar a arma no ombro; e a adoção de uma definição mais restrita sobre quem deve possuir licença federal para comercializar armas.

Adicionalmente, o governo decidiu encerrar iniciativas que visavam retirar o direito de posse de armas de pessoas com condenações não violentas, incluindo casos relacionados a drogas. O attorney general interino, Todd Blanche, afirmou que as medidas não enfraquecem a aplicação da lei.

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O cargo, com funções semelhantes às de ministro da Justiça e procurador-geral da República no Brasil, foi ocupado por Robert Cekada, recém-confirmado pelo Senado para chefiar a ATF.

Reações e Críticas

A decisão foi recebida com críticas por defensores do controle de armas. John Feinblatt, presidente da organização Everytown for Gun Safety, classificou a medida como um retrocesso para a segurança pública, citando o ataque recente em Washington como evidência da necessidade de leis mais rígidas.

A medida reacendeu o debate sobre a regulamentação de armas de fogo nos Estados Unidos, com implicações para a segurança pública e o direito à posse de armas.

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