Ex-Prefeito de BH, Kalil, Pede Condenação por Improbidade Administrativa!

MP-MG acusa ex-prefeito de BH, Kalil, por desvio de milhões! Investigação aponta irregularidades com Perfil 252 e pede condenação. Saiba mais!

28/05/2026 22:50

2 min

Ex-Prefeito de BH, Kalil, Pede Condenação por Improbidade Administrativa!
(Imagem de reprodução da internet).

MP-MG Pede Condenação de Ex-Prefeito de Belo Horizonte por Improbidade

O Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) formalizou o pedido de condenação do ex-prefeito de Belo Horizonte, Kalil (PDT), sob a acusação de improbidade administrativa. A ação, apresentada na terça-feira (19), detalha como o político teria recebido o financiamento de uma pesquisa eleitoral através de uma agência de publicidade, a Perfil 252, que também mantinha contratos com a prefeitura.

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A promotoria exige o ressarcimento de valores que somam R$ 103,5 milhões, associados a esses contratos.

O caso remonta a 2022, quando a Perfil 252 teria financiado uma pesquisa eleitoral de R$ 60 mil, com o objetivo de avaliar o cenário político de Kalil na disputa pelo governo de Minas Gerais. Segundo a investigação, o pagamento da pesquisa funcionou como uma espécie de contrapartida para garantir a continuidade dos contratos da agência com o município.

A ação judicial agora se concentra especificamente contra Kalil.

Outros Envolvidos Assinem Acordos com o MP

Além de Kalil, outros indivíduos investigados, incluindo ex-secretários municipais e o proprietário da Perfil 252, chegaram a acordos com o Ministério Público. Eles confessaram sua participação nas tratativas relacionadas à contratação da pesquisa eleitoral.

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A Promotoria apresentou evidências, como mensagens de WhatsApp, áudios e outros registros digitais, que, segundo a avaliação do MP, comprovam as negociações e a pressão exercida sobre a agência de publicidade para que ela financiasse o levantamento.

Pedido de Penalidades e Negações

O MP-MG solicitou, além da condenação de Kalil, a suspensão de seus direitos políticos por até 14 anos, a aplicação de uma multa civil e a perda de bens considerados obtidos de forma ilícita. Kalil, por sua vez, negou as irregularidades, afirmando que a investigação criminal sobre o caso foi encerrada sem identificar qualquer crime.

A defesa do ex-prefeito também argumenta que não há provas de sua participação direta nas tratativas investigadas.

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