CNJ e STF Alertam: Crise Institucional Ameaça a Democracia Brasileira

CNJ e STF alertam: deslegitimação institucional ameaça democracia! Ministro em alerta sobre instabilidade e arbítrio. Incidente contra Flávio Dino reacende

20/05/2026 09:50

2 min

CNJ e STF Alertam: Crise Institucional Ameaça a Democracia Brasileira
(Imagem de reprodução da internet).

CNJ e STF Alertam para Riscos da Deslegitimação Institucional

O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro , emitiu um alerta nesta segunda-feira (18) sobre os perigos da deslegitimação das instituições, afirmando que essa prática abre portas para a instabilidade e o arbítrio. A declaração foi proferida durante a cerimônia de posse de novos conselheiros do CNJ, um momento que ocorre em meio a desafios de imagem e credibilidade para o Supremo Tribunal Federal (STF).

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Em seu discurso, o ministro enfatizou que, embora a crítica seja legítima, a tentativa de deslegitimar instituições enfraquece os pilares da democracia. Ele ressaltou a importância da liberdade de expressão política e a proteção das condições institucionais que garantem o funcionamento da democracia, incluindo a integridade do debate público, que deve ser preservada contra campanhas coordenadas de desinformação financeiramente apoiadas.

Paralelamente, o ministro do STF Flávio Dino também se manifestou, relatando um incidente envolvendo um desejo de agressão contra ele após sua imagem ser veiculada em um cartão de embarque. Fachin, em solidariedade com o colega, aproveitou a ocasião para reforçar a importância de combater o financiamento de desinformação com motivação eleitoral.

“Financiar sistematicamente informações falsas com o objetivo de influenciar eleições prejudica a institucionalidade, os Poderes da República e o próprio tecido social”, declarou. A fala ocorreu durante a posse de cinco novos membros do CNJ, que agora compõem o colegiado com 15 conselheiros, representando a magistratura, o Ministério Público, a advocacia e a sociedade civil.

Os novos integrantes do CNJ são: Kátia Magalhães Arruda (TST), Paulo Regis Machado Botelho (TRT-7), Andréa Cunha Esmeraldo (TRF-2), Noemia Aparecida Garcia Porto (TRT-10) e Ilan Presser (TRF-1). A composição do plenário do CNJ reflete a diversidade de setores que compõem o sistema judiciário brasileiro.

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