Cláudio Castro Sob Investigação: Operação Compliance Zero Expõe Desvios Bilionários

Ex-governador Cláudio Castro sob investigação na Operação Compliance Zero! Polícia Federal apura R$ 3 bilhões desviados do Rioprevidência para o Banco Master.

28/05/2026 23:30

2 min

Cláudio Castro Sob Investigação: Operação Compliance Zero Expõe Desvios Bilionários
(Imagem de reprodução da internet).

Ex-governador Cláudio Castro é Alvo de Nova Fase da Operação Compliance Zero

A Polícia Federal deflagrou na terça-feira, 26 de junho de 2026, a oitava fase da Operação Compliance Zero, com o objetivo de investigar aportes realizados pelo Rioprevidência. A ação visa apurar o fluxo de aproximadamente R$ 3 bilhões do instituto para o extinto Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, ex-governador do Rio de Janeiro.

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A investigação está em curso e busca esclarecer detalhes sobre as movimentações financeiras.

A operação, que envolveu 10 mandados de busca e apreensão, surge em um momento delicado, considerando que em março deste ano, o ex-governador Cláudio Castro enfrentava um julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por supostas irregularidades nas eleições de 2022.

A acusação apontava para um esquema de contratações irregulares na Fundação Ceperj, que teria sido utilizada para fortalecer a campanha de reeleição de Castro.

Investigações e Acusações

As investigações da Operação Compliance Zero revelam uma complexa teia de movimentações financeiras. A PF identificou que o Rioprevidência realizou aportes de cerca de R$ 970 milhões em Letras Financeiras de um banco privado entre outubro de 2023 e julho de 2024.

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A nova fase da operação concentra-se em aplicações de R$ 2,01 bilhões, realizadas a partir de julho de 2024, em fundos de investimentos do mesmo banco, totalizando cerca de R$ 3 bilhões transferidos do Rioprevidência.

Outras Ações da Polícia Federal

Além da investigação sobre os aportes no Banco Master, Cláudio Castro também é alvo da Operação Sem Refino, deflagrada em maio deste ano. Essa operação investiga suspeitas de irregularidades no ramo de combustíveis, incluindo ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.

O dono da Refit, Ricardo Magro, também é alvo da operação.

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