BRB sob ataque: Operação Crédito Corrompido expõe esquema bilionário!

Operação Crédito Corrompido expõe esquema fraudulento no BRB! MPDFT e polícias investigam crimes contra a administração pública. 16 mandados de busca e

31/05/2026 05:10

2 min

BRB sob ataque: Operação Crédito Corrompido expõe esquema bilionário!
(Imagem de reprodução da internet).

Operação Crédito Corrompido Revela Esquema de Fraudes no BRB

A Delegacia de Repressão à Corrupção (DRCOR) realizou nesta quinta-feira, 28 de maio de 2026, a operação Crédito Corrompido, que investiga fraudes financeiras e crimes contra a administração pública envolvendo funcionários, gerentes e correspondentes bancários do Banco de Brasília (BRB).

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A ação, coordenada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e pelas polícias civis de São Paulo e Rio de Janeiro, resultou na execução de 16 mandados de busca e apreensão em endereços no Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro.

A Justiça também determinou o bloqueio de mais de R$ 1 milhão em bens e valores, suspeitos de serem propina e utilizados em operações de lavagem de dinheiro através de uma empresa de fachada. As investigações, que iniciaram em 2025 após o próprio BRB identificar irregularidades, revelaram uma complexa organização criminosa com atuação em diferentes áreas do banco.

Estrutura da Organização Criminosa

Segundo a Polícia Civil, a organização criminosa era estruturada em cinco núcleos distintos: correspondentes bancários, intermediários, gerentes do BRB Varejo, gerentes do BRB Alta Renda e operadores financeiros. Cada núcleo desempenhava um papel específico no esquema fraudulento, que operava em duas frentes principais.

Operações Fraudulentas

No segmento de empréstimos consignados, os correspondentes bancários atraíam clientes inadequados, como professores e servidores temporários, utilizando redes sociais e documentos falsificados. Internamente, gerentes do BRB validavam esses documentos.

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Os criminosos cobravam uma taxa de 30% sobre o valor liberado ou desviavam o dinheiro diretamente das contas das vítimas. Já no segmento de créditos de alto valor, funcionários de alto escalão do banco liberavam grandes volumes de crédito sem critérios técnicos para operadores financeiros, em troca de propina.

Investigações e Acusações

As buscas realizadas nesta quinta-feira (28 de maio de 2026) visam consolidar o acervo de provas materiais contra os envolvidos. Os investigados podem responder por crimes como peculato, corrupção ativa e passiva, estelionato contra a administração pública, lavagem de dinheiro e associação criminosa ou organização criminosa.

As penas máximas aplicáveis a esses crimes somadas podem chegar a 30 anos de prisão.

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