Bernardo Sampaio alerta: flexibilidade corporal é chave para saúde e bem-estar em 2026

A flexibilidade corporal é um componente essencial para a saúde física ao longo da vida, frequentemente negligenciado em comparação com a força e a resistência. A capacidade de realizar movimentos amplos nas articulações e músculos de forma eficiente, conhecida como flexibilidade, vai muito além de simplesmente facilitar tarefas cotidianas. Bernardo Sampaio, fisioterapeuta, ressalta que “a flexibilidade é fundamental para a execução de movimentos tanto nas atividades do dia a dia, como flexionar os joelhos, dobrar o tronco, sentar e levantar, quanto na prática esportiva.
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Ela proporciona mobilidade e desenvoltura, permitindo que esses movimentos ocorram de forma eficiente e sem sobrecarga”.
Benefícios da Flexibilidade Corporal
Os benefícios da flexibilidade se estendem à redução do risco de lesões, à facilitação de tarefas diárias e à melhora da postura e do equilíbrio corporal. Músculos mais flexíveis também tendem a sofrer menos tensões durante a prática de exercícios físicos, diminuindo dores e desconfortos.
A flexibilidade varia de pessoa para pessoa, sendo influenciada por fatores como idade, sexo, genética, nível de atividade física e até mesmo a temperatura ambiente. Sampaio enfatiza que “ela tem impacto direto na saúde músculo-articular e também influencia outras áreas do corpo.
Ter boa flexibilidade e mobilidade articular facilita a prática de atividades físicas, que, por sua vez, é essencial para a prevenção de diversas doenças não apenas relacionadas ao sistema músculo-esquelético, mas também a outras condições de saúde”.
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Impacto na Circulação e Bem-Estar Geral
A flexibilidade também impacta positivamente a circulação sanguínea. Em idosos, é um fator crucial para preservar a independência e diminuir o risco de quedas. A boa notícia é que a flexibilidade pode ser desenvolvida e mantida através da prática regular.
A prática diária de alongamentos já pode fazer diferença, trabalhando todas as grandes cadeias musculares, como pernas, quadris, costas, ombros e braços. Mayara Monteiro, fisioterapeuta, explica que “conseguimos aumentar a flexibilidade corporal por meio de exercícios físicos, yoga e principalmente com alongamentos.
Esse processo ocorre por meio da reeducação neuromuscular, o cérebro envia informação para os músculos e orienta a execução dos movimentos. À medida que esses movimentos são praticados com frequência, o sistema nervoso desenvolve trajetórias neurais mais eficientes e de forma mais segura”.
Complementando a Flexibilidade
Além do exercício, hábitos saudáveis como uma alimentação balanceada e uma boa qualidade de sono também podem contribuir para aumentar a flexibilidade. Recomenda-se a prática de atividades como alongamentos de pernas, costas e braços, além de ioga, pilates e exercícios de mobilidade articular, que consistem em movimentos circulares para ativar as articulações.
Essas atividades não apenas melhoram a flexibilidade, mas também fortalecem o corpo e aumentam a consciência corporal. É fundamental respeitar os próprios limites, sem forçar movimentos que causem dor, e manter cada posição de alongamento por pelo menos 20 a 30 segundos.
A evolução é gradual e constante.
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