Bayer Agressa Defesa do Glifosato em Ação Judicial Brasileira de 2026

Bayer rebate ação judicial contra glifosato! A gigante farmacêutica defende uso seguro do herbicida em meio a controvérsias científicas. Saiba mais!

01/06/2026 00:40

2 min

Bayer Agressa Defesa do Glifosato em Ação Judicial Brasileira de 2026
(Imagem de reprodução da internet).

Bayer Defende Uso Seguro do Glifosato em Meio a Ações Judiciais

A Bayer, gigante farmacêutica alemã, emitiu uma declaração oficial em resposta a uma ação judicial protocolada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) contra a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e o governo federal. A ação, registrada na sexta-feira, 23 de maio de 2026, busca proibir o registro de produtos contendo glifosato no Brasil.

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A empresa se posiciona firmemente em defesa do uso do herbicida, argumentando que ele pode ser utilizado com segurança e não apresenta riscos carcinogênicos.

A decisão do MPT, baseada em preocupações com a saúde humana e o ambiente de trabalho, teria consequências significativas para o setor agrícola brasileiro, caso seja aceita. A proibição afetaria diretamente a produção, exportação, importação, comercialização e o uso do glifosato e seus compostos.

A Bayer expressa confiança de que a ciência prevalecerá durante o processo legal.

Controvérsia em Torno de Estudo Científico

A disputa se intensifica em meio a controvérsias envolvendo um estudo publicado há 25 anos que inicialmente alegava a ausência de riscos à saúde associados ao glifosato. Posteriormente, a revista científica que divulgou o estudo retirou a publicação após identificar “potenciais conflitos de interesse” entre os autores.

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A Bayer classificou a retratação do artigo como “altamente controversa”, destacando que mais de 60 cientistas se manifestaram contra a decisão.

Posicionamento de Órgãos Reguladores Internacionais

A Bayer ressalta que a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) e a Health Canada também se posicionaram contra a alteração do estudo, afirmando que a retratação não alteraria suas avaliações sobre o glifosato. A empresa enfatiza que as autoridades científicas regulatórias em todo o mundo, incluindo o Brasil, têm consistentemente concluído que o glifosato pode ser utilizado com segurança e não é carcinogênico, com base em revisões periódicas ao longo de muitos anos.

O estudo revisado, apresentado às autoridades reguladoras, não contém dados originais.

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