Alcolumbre e Messias: Articulação Política Rejeita Indicação ao STF em Lula

STF: Rejeição chocante de Messias expõe guerra política! 🤯 Aliança bolsonarista e Alcolumbre derrubam Lula. Veja os bastidores da articulação que abala o

30/04/2026 15:58

3 min

Alcolumbre e Messias: Articulação Política Rejeita Indicação ao STF em Lula
(Imagem de reprodução da internet).

Rejeição da Indicação de Messias ao STF: Uma Articulação Política Complexa

A recente rejeição do advogado-geral da União, Jorge Messias, a uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) revelou uma complexa teia de articulações políticas. A decisão, formalmente tomada em 29 de setembro de 2025, foi resultado de uma aliança entre bolsonaristas, liderados pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que atuou até os momentos finais para consolidar a derrota do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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O Papel Crucial de Alcolumbre e o STF

Fontes próximas à Presidência da República indicam que a rejeição também foi influenciada por uma ala de ministros do Supremo. Segundo relatos da CNN Brasil, a articulação entre o presidente do Senado e esse grupo da Corte foi determinante. O objetivo, segundo informações, era impedir que a ala liderada pelo presidente do STF, Edson Fachin, e pelo ministro André Mendonça ganhasse um aliado que poderia ser um ponto de apoio em potenciais votações sobre o caso Master. A situação atual, segundo fontes do governo e do STF, aponta para um cenário de empate em relação a uma eventual abertura de investigações contra ministros do STF.

Alcolumbre e o Desejo de Derrota

A figura de Jorge Messias, nesse contexto, representava um voto de minerva a integrar o lado de Mendonça, o que gerou contrariedade em uma das alas do STF. O receio de alguns ministros em se tornarem minoria no STF encontrou em Davi Alcolumbre o desejo de derrotar o governo, em razão de seu preferido para o cargo, o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), ter sido preterido na escolha de Lula. A rejeição do Senado, por 42 votos a 34, marcou um momento de tensão entre o Executivo e o Legislativo.

A Votação Secreta e as Estimativas

A votação em si foi secreta, o que gerou incerteza nas estimativas de apoio. O governo contava com o apoio de 45 senadores, enquanto a oposição estimava ter pelo menos 30 votos contrários. A indicação de Messias havia passado por um longo impasse envolvendo o Congresso, com cinco meses de discussão. A aprovação no plenário exigia o apoio de, no mínimo, 41 senadores.

Reação e Possíveis Ações Futuras

Após a rejeição, o governo avaliou romper com Alcolumbre. O senador, por sua vez, reforçou sua posição, defendendo as “prerrogativas” do Senado e sua autoridade sobre o Congresso. Houve uma indicação de nova reunião entre Lula e Alcolumbre no mês seguinte para tratar da indicação de Messias, mas o senador negou.

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Análise: Rejeição de Messias ao STF é Derrota Histórica para o Governo

A articulação que levou à rejeição de Messias envolveu figuras como Flávio Bolsonaro, que realizou encontros com grupos de senadores e parlamentares, e Rogério Marinho, coordenador da campanha presidencial. A derrota de Messias representa um revés significativo para o governo Lula, evidenciando a polarização política e a complexidade das relações entre os poderes.

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