Alckmin Aposta em Messias para o STF: Estratégia Surpreende e Reabre Debate no Senado

Alckmin Defende Messias para o STF, Mantém Esperança na Aprovação
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), reiterou nesta segunda-feira (18) seu apoio ao nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, que foi rejeitado pelo Senado para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Em declarações a jornalistas, Alckmin destacou as qualidades de Messias, enfatizando seu compromisso com o serviço público e sua experiência jurídica.
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O vice-presidente argumentou que Messias possui um forte espírito público, evidenciado por sua trajetória profissional, que inclui ter concorrido para a Advocacia-Geral da União (AGU) e, portanto, para prestar serviços ao Estado. “Ele tem espírito público, preparo e experiência.
Vamos aguardar”, afirmou Alckmin, ressaltando que a indicação de ministros ao STF é prerrogativa do presidente da República.
Reenviando a Indicação e Diálogo com a Oposição
Segundo informações da CNN Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem buscado viabilizar a aprovação de Messias no Senado. O chefe do Executivo tem conversado com senadores da oposição, buscando apoio para a indicação. Apesar disso, ainda não há definição sobre o momento do reenvio da proposta ao Senado.
Rejeição Histórica no Senado
Em abril de 2026, a indicação de Jorge Messias ao STF foi rejeitada pelo Senado, marcando um evento inédito desde 1894, quando o Senado não havia rejeitado um nome indicado à Suprema Corte. A rejeição ocorreu após uma articulação da oposição, liderada pelo então presidente da Câmara dos Deputados, Davi Alcolumbre (União-AP), que exigia o apoio de pelo menos 41 senadores para aprovação no plenário.
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Messias e a Promessa de Lula
Após a rejeição, Jorge Messias esteve de férias entre os dias 8 e 30 de abril, período em que se afastou de suas funções para se preparar para a sabatina de sua indicação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. Informações da CNN Brasil indicam que, mesmo após a derrota, o advogado-geral está disposto a deixar a função.
Lula conversou com Messias após a rejeição e o garantiu que a vaga é sua.
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