Zema provoca polêmica ao sugerir que trabalhador deve “engolir” CLT em entrevista

Pré-candidato Defende Flexibilização da CLT
Em entrevista ao programa Pânico, da rádio Jovem Pan, o pré-candidato à Presidência da República, Zema, causou polêmica ao defender que o trabalhador brasileiro precisa “engolir” a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para ter sucesso no mercado de trabalho.
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A declaração foi feita nesta segunda-feira, 4 de maio de 2026, e gerou debates sobre a flexibilização das leis trabalhistas no país.
Zema argumentou que, assim como as pessoas têm a opção de escolher regimes de bens em um casamento, os trabalhadores deveriam ter liberdade para definir suas jornadas de trabalho, seja 50, 40 ou 30 horas. Ele comparou a CLT a um “casamento forçado”, defendendo que o sistema atual é antiquado e precisa ser substituído por um novo regime que “destrave” a economia brasileira.
O ex-governador de Minas Gerais também expressou seu apoio a medidas econômicas que visem aumentar a renda da população. Zema criticou a idade da CLT, que completa 90 anos, e ressaltou que a Reforma Trabalhista de 2017, implementada durante o governo de Michel Temer, foi revertida pela esquerda, perpetuando um sistema que, segundo ele, o Brasil já abandonou.
Em sua defesa, Zema propôs um modelo paralelo à CLT, onde patrão e empregado poderiam escolher a jornada de trabalho de forma flexível. “Se alguém falar: o meu horário de trabalho vai ser terça e quinta, das 7h às 11h, que exista uma forma de fazer isso”, afirmou, demonstrando sua intenção de adaptar a legislação às necessidades do mercado de trabalho moderno.
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