Voo Privativo com Malas Fiscais: STF Aponta Escândalo com Deputados e Empresário

Investigação Sobre Voo com Malas Não Fiscalizadas Chega ao STF
O ministro encaminhou à Procuradoria-Geral da República uma investigação que envolveu a entrada de cinco malas no Brasil sem a devida fiscalização. O transporte ocorreu em um voo particular, com a participação do presidente da Câmara dos Deputados, (Republicanos-PB), e do senador , presidente do PP.
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O caso, remetido à PGR na sexta-feira (24.abr.2026), ganhou destaque após divulgação pelo STF na segunda-feira (27.abr).
Participantes do Voo e Implicações Legais
Além dos mencionados, a aeronave contava com a presença dos deputados federais (PP-RJ) e (MDB-AL). A situação levanta questões sobre o foro privilegiado, que direciona certos processos contra políticos para a primeira instância do STF. O ministro Moraes solicitou que a Procuradoria se manifeste em até cinco dias sobre o caso, conforme documento em formato PDF de 114kb.
Suspeitas de Fraude e Investigação em Andamento
O caso surgiu após uma aeronave, pertencente ao empresário Fernando Oliveira de Lima, proprietário de sites de apostas, ter partido da ilha de São Martinho, no Caribe, e pousado em São Roque (SP). A Polícia Federal apura suspeitas de contrabando e prevaricação.
O auditor fiscal Marco Antônio Canella teria autorizado o tripulante José Jorge de Oliveira Júnior a desembarcar com as bagagens sem passar pelos equipamentos de raio-x.
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Falta de Informações e Tentativas de Contato
Até o momento, não há detalhes sobre o conteúdo das malas ou o andamento específico das investigações da PF. O Poder360 tentou obter informações adicionais da PF por meio de e-mail, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.
Também não foram obtidas manifestações dos deputados ou do empresário Fernando Oliveira de Lima.
Reações e Silêncio
O presidente da Câmara afirmou que cumpriu todos os protocolos e determinações da legislação aduaneira ao desembarcar no aeroporto e aguarda a manifestação da PGR. O Poder360 buscou os deputados Dr. Luizinho e Bulhões, e a assessoria de Nogueira, por meio do WhatsApp, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.
O jornal digital também tentou contato com a Receita Federal, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.
Este jornal digital continuará buscando informações e atualizará o texto caso haja novas manifestações ou desenvolvimentos na investigação.
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