UE e Brasil: Nova Lei da Soja Gera Preocupações e Questionamentos na Indústria

Nova lei da UE causa alerta na soja brasileira! 🚨 Empresas enfrentam desafios e aumento de custos com exigências de rastreamento. Daniel Furlan, da Abiove,

06/05/2026 13:16

2 min

UE e Brasil: Nova Lei da Soja Gera Preocupações e Questionamentos na Indústria
(Imagem de reprodução da internet).

Desafios da Nova Lei da UE para a Indústria de Soja Brasileira

A pressão da União Europeia sobre a produção de soja no Brasil está gerando preocupações entre as empresas do setor. A nova legislação, que exige o rastreamento do farelo de soja a partir de 31 de dezembro, visa combater o desmatamento ilegal, mas especialistas alertam para os impactos econômicos que a medida pode trazer.

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Daniel Furlan, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), destacou que a implementação da lei elevará os custos de produção, impactando diretamente no preço final do produto.

A Abiove ressalta que a soja brasileira já possui um sistema de rastreamento robusto e eficiente, que atende às exigências ambientais.

Complexidade e Custos Adicionais

Segundo Furlan, a nova regulamentação da UE representa um entrave à logística atual, criando um processo excessivamente complexo e desnecessário. A UE, como principal importadora de farelo de soja do Brasil, enfrenta o desafio de evitar o aumento de preços em alimentos e biocombustíveis, dependendo significativamente de importações.

Ainda assim, a Abiove reconhece a importância da parceria com o bloco europeu, mas defende que a solução reside em aprimorar os sistemas de monitoramento e rastreamento já existentes, em vez de impor novas exigências que podem comprometer a competitividade do mercado brasileiro.

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Reação à Nova Exigência

Durante o evento promovido pela Argus em São Paulo, Furlan enfatizou que a legislação europeia não considera a eficiência logística já presente na origem da soja brasileira. Ele argumenta que a complexidade adicional gerada pela nova norma não se justifica, especialmente considerando que o fornecimento atual já possui documentação adequada para atender às questões ambientais.

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