Ucrânia acusa Rússia de trair cessar-fogo com ataques em Kharkiv e Zaporizhzhia

Ucrânia acusa Rússia de violar cessar-fogo com ataques em Kharkiv e Zaporizhzhia. Ministro Sybiha denuncia recusa em buscar a paz e critica Putin. Saiba mais!

06/05/2026 03:31

2 min

Ucrânia acusa Rússia de trair cessar-fogo com ataques em Kharkiv e Zaporizhzhia
(Imagem de reprodução da internet).

Ucrânia Acusa Rússia de Quebrar Cessar-Fogo em Ataques Intensos

O ministro das Relações Exteriores ucraniano, Andrii Sybiha, denunciou nesta quarta-feira (6) a Rússia por violar o cessar-fogo estabelecido entre as partes. Em mensagem publicada na plataforma X, Sybiha detalhou que, durante a noite, a Rússia utilizou 108 drones e três mísseis para continuar seus ataques, incluindo operações que atingiram Kharkiv e Zaporizhzhia.

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O ministro enfatizou que o ato representa “um apelo realista e justo para encerrar as hostilidades”, e que conta com o apoio de outros países e organizações internacionais.

A acusação surge após relatos de ataques russos que persistiram mesmo após a hora marcada para o início do cessar-fogo. Sybiha ressaltou que a continuidade das ações militares demonstra a recusa da Rússia em buscar a paz, desconsiderando os esforços diplomáticos e os pedidos de cessar-fogo feitos anteriormente.

O ministro criticou o presidente Vladimir Putin, afirmando que seu foco está nos desfiles militares, em detrimento da segurança e da vida dos civis ucranianos.

A Rússia, por sua vez, havia anunciado um cessar-fogo, coincidindo com as celebrações do Dia da Vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazista, marcadas por um desfile militar em Moscou. Em resposta, a Ucrânia declarou um cessar-fogo a partir da meia-noite, exigindo que a Rússia retribuísse o gesto.

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O presidente Volodymyr Zelensky expressou sua frustração, afirmando que a Rússia não hesitou em interromper os ataques por um único dia para realizar seu desfile militar, intensificando os bombardeios contra a Ucrânia.

A situação demonstra a complexidade e a persistência do conflito, com ambas as partes demonstrando falta de compromisso com a busca por uma solução pacífica. Os ataques continuados levantam preocupações sobre a segurança da população civil e a viabilidade de um cessar-fogo duradouro.

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