Túnel Santos-Guarujá: Início em 2026 e R$ 2,5 bi do Banco do Brasil!

Início da Construção do Túnel Santos-Guarujá Previsto para 2026
O vice-presidente confirmou que a obra do túnel Santos-Guarujá poderá ter seu início ainda em 2026. Ele esteve presente, nesta segunda-feira, dia 13 de abril de 2026, no evento que formalizou o financiamento do Banco do Brasil ao governo de São Paulo para viabilizar a construção.
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Segundo Alckmin, a estimativa de prazo para a execução deste túnel imerso é de 48 meses. Caso o cronograma seja cumprido, a conclusão da obra está prevista para 2030.
Detalhes do Financiamento e Execução do Projeto
A concessionária Mota-Engil foi a vencedora do leilão realizado em 2025 para executar o projeto, e o governo já confirmou sua participação. Além disso, a obra obteve a licença ambiental prévia emitida pela Cetesb, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo.
Apoio Financeiro e Autoridades Presentes
Neste evento na sede do Banco do Brasil, foi assinado um contrato de crédito de R$ 2,5 bilhões pelo Estado de São Paulo com o banco. Este empréstimo, com prazo de 23 anos e juros de CDI + 1,59%, conta com garantia da União, o que ajuda a diminuir o custo financeiro.
O investimento total do projeto é de R$ 6,8 bilhões, somando recursos do governo federal (R$ 2,5 bilhões) e da iniciativa privada (R$ 1,7 bilhão). Estiveram presentes autoridades como o vice-presidente Geraldo Alckmin, o ministro da Fazenda Dario Durigan e a presidente do banco, Tarciana Medeiros.
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Impacto e Relevância do Túnel Imerso
Considerado um dos maiores investimentos individuais do Novo PAC, este túnel será o primeiro imerso da América Latina, ligando Santos e Guarujá sob o canal portuário. A obra promete reduzir drasticamente o tempo de travessia, de cerca de 50 minutos para apenas 5 minutos.
Estima-se que cerca de 7 milhões de pessoas serão beneficiadas com essa melhoria na mobilidade. O projeto contará com três faixas de rolamento e uma ciclovia dedicada.
Desafios e Perspectivas Governamentais
O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, tranquilizou o público ao afirmar que eventuais exigências de governança do TCU não devem impactar o cronograma. Ele minimizou a questão, dizendo que se trata de um detalhe burocrático em fase de finalização.
Em contrapartida, o TCU havia suspenso cautelarmente repasses federais para a PPP do túnel em março. Essa decisão, que afeta cerca de R$ 2,6 bilhões, foi motivada pelo entendimento do relator, Bruno Dantas, de que ainda faltava um instrumento jurídico adequado para fiscalizar os recursos da União.
Visão sobre a Gestão Pública
O vice-presidente criticou a gestão anterior, afirmando que o governo passado “não liberava recurso de forma alguma”.
Nessa mesma linha, o ministro da Fazenda Dario Durigan pontuou que sua pasta traz uma visão diferente para tratar os governos estaduais e municipais. Ele mencionou que, ao assumir, havia pendências de má gestão anterior, como o tema do ICMS dos combustíveis, que foi discutido com o STF e os Estados em 2023.
Conclusão sobre o Marco de Infraestrutura
O túnel Santos-Guarujá permanece um ponto de atenção e disputa entre os governos federal, estadual paulista e o presidente Lula (PT). No entanto, os avanços recentes no financiamento e a confirmação do início da obra em 2026 sinalizam um grande avanço para a infraestrutura da região.
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