TST se Defende Contra Acusações de Ativismo em Discurso Explosivo

TST nega ativismo: presidente Luiz Philippe se defende veementemente! 🤯 Ministro Ives Gandra e a polêmica “azuis” e “vermelhos” no TST. Relembre os detalhes!

05/05/2026 00:03

2 min

TST se Defende Contra Acusações de Ativismo em Discurso Explosivo
(Imagem de reprodução da internet).

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, se defendeu veementemente das acusações de ativismo em uma declaração feita na segunda-feira, 4 de maio de 2026. Em sua fala durante a abertura da sessão da Corte, ele negou categoricamente que possuísse qualquer viés parcial e que alguém pudesse acusá-lo de ativismo.

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A declaração surgiu em resposta a questionamentos sobre uma fala anterior, na sexta-feira, 1º de maio, que o colocou em meio a uma discussão sobre a divisão entre os ministros do TST, apelidados de “azuis” e “vermelhos”.

A controvérsia começou com a utilização dos termos “azuis” e “vermelhos” para descrever ministros do TST, sendo o grupo “vermelho” liderado por Luiz Philippe. O presidente do TST esclareceu que a menção aos termos ocorreu em uma palestra ministrada pelo ministro Ives Gandra, durante um evento destinado a advogados que planejam litígios no tribunal.

Gandra utilizou a linguagem para diferenciar ministros considerados “liberais e intervencionistas”.

Contexto da Discussão

Luiz Philippe enfatizou que a declaração foi uma resposta direta ao ministro Ives Gandra, e que ele possuía evidências documentais sobre a origem da discussão. Ele expressou confiança de que Gandra reconheceria a gênese da fala durante o primeiro encontro, no contexto da palestra.

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O presidente do TST ressaltou seu histórico de 40 anos como magistrado, defendendo sua imparcialidade e a base de suas decisões, que se baseiam na técnica e na interpretação da Constituição e das leis do país, em particular a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

A declaração foi proferida durante o 22º Congresso Nacional da Magistratura do Trabalho (Conamat), que ocorreu em Brasília e reuniu mais de 300 participantes. O congresso abordou o tema “Justiça do Trabalho independente para um mundo em transição: sustentabilidade, inteligência artificial e trabalho protegido”.

Durante o evento, Luiz Philippe reiterou sua posição, afirmando que a distinção entre aqueles que defendem um interesse e aqueles que defendem uma causa é fundamental, e que o grupo ao qual ele pertence – denominado “vermelhos” – está comprometido com a defesa de sua instituição.

A fala do presidente gerou interpretações nas redes sociais, associando-a à polarização política entre apoiadores do governo do PT e a oposição. No entanto, Luiz Philippe se manteve firme em sua defesa, enfatizando sua independência e compromisso com a justiça.

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