Trump, Irã e Mercados em Crise: Brasil Busca Soluções Urgentes na UEAA

Tensão global! Trump acende alerta com Irã e aversão ao risco. Petróleo sobe e Brasil busca negociações com a UEAA. Saiba mais!

18/05/2026 14:45

2 min

Trump, Irã e Mercados em Crise: Brasil Busca Soluções Urgentes na UEAA
(Imagem de reprodução da internet).

Tensão nos Mercados Globais e Negociações Brasil-EUA

A incerteza paira sobre os mercados internacionais após declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre o Irã. Em postagens nas redes sociais no domingo (17), Trump alertou que o governo iraniano está ficando sem tempo, gerando uma maior aversão ao risco e impactando o preço do petróleo.

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A instabilidade no Oriente Médio elevou o barril de petróleo a US$ 112, com o Brent atingindo cerca de US$ 110, demonstrando a sensibilidade do mercado a eventos geopolíticos.

No entanto, um raio de esperança surgiu na segunda-feira (18). A agência Reuters reportou que o Paquistão propôs uma mediação para encerrar o conflito na região, após a rejeição iraniana a uma resolução anterior. Essa iniciativa surge em um momento de escalada retórica por parte de Trump, indicando um esforço para desescalar a situação.

Paralelamente, o Brasil intensifica seus esforços de diálogo com os Estados Unidos. O grupo de trabalho entre os dois países, criado para discutir tarifas, retomará suas discussões nesta semana. A reunião, inicialmente agendada após o encontro entre os presidentes Lula e Trump, foi adiada, mas o governo Lula espera que a primeira teleconferência entre os representantes ocorra em breve.

O ministro Márcio Elias Rosa representará o Brasil, acompanhado pelos representantes americanos Howard Lutnik e Jamieson Greer, com o Palácio do Planalto acreditando que o encontro presidencial oferece ao Brasil uma oportunidade de influenciar a agenda e reduzir o risco de novas tarifas americanas.

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Adicionalmente, o mercado financeiro revisou suas projeções para juros e inflação em 2026. O boletim Focus elevou a expectativa para a taxa Selic, que agora deve fechar o ano em 13% ao ano, e também aumentou a projeção para a inflação, que agora está em 4,92%.

Essas revisões refletem a preocupação com a instabilidade global e o impacto potencial na economia brasileira.

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