Tenente-Coronel e Soldada: Assédio Revelado em Denúncia Chocante!

Assédio chocante! Tenente-Coronel acusado de abuso com policial militar. Nova luz sobre morte de Gisele Santana. Descubra os detalhes!

08/05/2026 13:25

4 min

Tenente-Coronel e Soldada: Assédio Revelado em Denúncia Chocante!
(Imagem de reprodução da internet).

Investidações da Polícia Civil Revelam Assédio de Tenente-Coronel à Soldada da Polícia Militar

Uma perícia da Polícia Civil de São Paulo detalhou, por meio de evidências fotográficas e mensagens trocadas, investidas inadequadas e tentativas de aproximação pessoal por parte do tenente-coronel Geraldo Neto, durante o período em que ele ainda era casado com Gisele Santana.

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A investigação, iniciada após uma denúncia de assédio, aponta para um padrão de comportamento que envolveu pressões, promessas de benefícios e tentativas de estabelecer uma relação íntima com uma soldado da Polícia Militar. O caso se tornou público em 2026, após a morte de Gisele Santana, cuja morte foi inicialmente classificada como suicídio, mas que evoluiu para uma investigação de feminicídio.

Detalhes das Mensagens e Investidas

As mensagens extraídas do WhatsApp revelam que o tenente-coronel utilizava sua posição hierárquica para exercer pressão sobre a soldado, solicitando tarefas como preparar café e convidar colegas para o intervalo. Em troca, ele oferecia a promessa de uma “promoção”.

Em outras mensagens, ele expressava desejos explícitos de namoro e beijo, persistindo mesmo com a recusa da soldado. O oficial se descrevia como um homem com virtudes como “bom, religioso, honesto e bom caráter”, buscando justificar suas investidas e convencer a colega de suas boas intenções.

Além disso, o tenente-coronel solicitava o nome da soldado para ser sua “secretária”, e em um diálogo, pressionava-a a passar café para ele e seus colegas. Ele também expressava o desejo de morar perto da soldado, visitando o condomínio onde ela residia e elogiando a estrutura do local.

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Em mensagens, ele se referia a si mesmo como “macho alfa” e “fêmea beta”, evidenciando a dinâmica de poder que se estabeleceu entre os dois.

Denúncia e Investigação em Andamento

A soldado havia pedido afastamento do tenente-coronel após se sentir incomodada com as investidas. O caso foi denunciado pela defesa da policial na Corregedoria da Polícia Militar, que acusa o oficial de descumprimento de missão, assédio sexual, assédio moral, ameaça e fraude processual.

A CNN Brasil investigou o caso e obteve acesso aos documentos e mensagens que comprovam as acusações.

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, está preso preventivamente no Presídio Militar Romão Gomes desde 18 de março, após ser denunciado pelo Ministério Público e se tornar réu por feminicídio e fraude processual. O caso foi transferido para a Justiça Comum após pedido da defesa da família de Gisele Santana, e a investigação continua em andamento, com novas evidências sendo coletadas e analisadas.

O Caso da Morte de Gisele Santana

A soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta em seu apartamento no Brás, na região central de São Paulo, no último dia 18 de fevereiro. Inicialmente tratada como suicídio, a ocorrência evoluiu para uma investigação de feminicídio.

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, marido de Gisele, permanece preso preventivamente por decisão judicial.

A mudança de rumo na investigação ocorreu após a análise de laudos periciais, depoimentos e evidências extraídas de dispositivos eletrônicos. Segundo o relatório da Polícia Civil e a denúncia do MPSP, há um conjunto consistente de elementos que afastam completamente a hipótese de suicídio.

Entre os pontos centrais estão contradições do tenente-coronel, indícios de manipulação da cena do crime e sinais claros de violência anterior à morte.

De acordo com a versão apresentada pelo tenente-coronel, ele teria ouvido o tiro poucos instantes após sair do quarto da esposa. O exame necroscópico confirmou que o disparo foi feito com a arma encostada na cabeça da vítima, em trajetória incompatível com um tiro autoinfligido.

Além disso, peritos encontraram marcas de agressão na região dos olhos de Gisele, indicando que ela foi imobilizada antes de ser morta.

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