Suzano: Plano Ambicioso para Reduzir Dívida e Ajuste de Custos em 2026

Suzano redefine estratégia financeira! A gigante da celulose busca reduzir dívida para US$ 11 bilhões e ajusta projeções de custos. Saiba mais!

11/05/2026 18:39

2 min

Suzano: Plano Ambicioso para Reduzir Dívida e Ajuste de Custos em 2026
(Imagem de reprodução da internet).

Suzano Define Metas de Redução de Dívida e Ajusta Projeções de Custos

A Suzano anunciou nesta segunda-feira (11) um plano ambicioso para otimizar sua estrutura financeira. A empresa busca reduzir sua dívida líquida para US$ 11 bilhões e manter um índice de alavancagem abaixo de 2,5 vezes entre 2027 e 2028, conforme detalhado em um fato relevante divulgado ao mercado.

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Essa estratégia visa fortalecer a saúde financeira da companhia e garantir sua capacidade de investimento a longo prazo.

O índice de alavancagem será calculado com base na relação entre a dívida líquida e o acumulado de 12 meses anteriores à data da apuração. A Suzano utilizou projeções do Sistema de Expectativas de Mercado do Banco Central para definir as taxas de câmbio, que são cruciais para o cálculo. As estimativas apontam para um câmbio médio de R$ 5,17 em 2026, R$ 5,25 em 2027 e R$ 5,28 em 2028.

Custos de Produção e Projeções Financeiras

Além da redução da dívida, a Suzano revisou suas projeções de custo caixa na produção de celulose. Para o segundo trimestre de 2026, a empresa estima um custo entre R$ 830 e R$ 840 por tonelada, considerando um câmbio médio de R$ 5,00 e uma cotação de petróleo Brent de US$ 87 por barril. Essa projeção representa um aumento de aproximadamente 3% a 5% em relação ao primeiro trimestre do ano.

Já para a média anual de 2026, a Suzano prevê um custo caixa de cerca de R$ 800 por tonelada, com um câmbio médio de R$ 5,07 e uma cotação de petróleo Brent de US$ 84 por barril. A empresa também informou que atualizará o item 3 de seu Formulário de Referência dentro do prazo estabelecido.

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Considerações e Riscos

A administração da Suzano ressaltou que as projeções divulgadas são baseadas em expectativas atuais e estão sujeitas a flutuações do mercado e de fatores externos, como a variação das taxas de câmbio e dos preços do petróleo. A empresa continuará monitorando de perto o cenário econômico e ajustando suas estratégias conforme necessário para garantir o cumprimento de seus objetivos financeiros.

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