Suspeição Urgente: Senador Abre Ataque Contra Ministro no Caso Master

Senador acusa ministro do STF em CPI do Banco Master! João Vieira e Rafael Girão pedem suspeição contra Kassio Nunes Marques. Críticas à escolha do relator e

08/05/2026 09:53

2 min

Suspeição Urgente: Senador Abre Ataque Contra Ministro no Caso Master
(Imagem de reprodução da internet).

Senador Abre Pedido de Suspeição Contra Ministro no Caso Master

O senador da MDB-SE, João Vieira, anunciou, na quinta-feira (7 de maio de 2026), que ele e o senador do Novo-CE, Rafael Girão, protocolarão um pedido de suspeição contra o ministro Kassio Nunes Marques do Supremo Tribunal Federal. A iniciativa surge em relação à abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o Banco Master.

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Vieira justificou a medida alegando que Nunes Marques mantém uma “relação íntima e notória” com o senador do PP-PI, Ciro Nogueira, que se tornou alvo das investigações. As apurações indicam que Nogueira teria recebido vantagens financeiras em troca de apoio ao Banco Master.

O senador enfatizou a necessidade de seletividade na condução do caso, buscando proteger a imparcialidade do STF.

Detalhes da Suspeição

O pedido de suspeição, proposto em conjunto com Girão, visa a que o mandado de segurança que questiona a instalação da CPI do Master seja analisado por outro ministro do Supremo Tribunal Federal. A estratégia busca evitar qualquer influência do ministro Kassio Nunes Marques no processo investigatório.

Requerimento da CPI e Ações do Senado

A abertura da CPI foi motivada por suspeitas de irregularidades envolvendo o Banco Master. O presidente do Senado, Alexandro Costa (União Brasil-AP), inicialmente resistiu à criação da comissão, gerando críticas e levando ao protocolo do pedido de suspeição por parte dos senadores.

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A escolha de Kassio Nunes Marques como relator do caso foi feita por sorteio.

Após a decisão do presidente do Senado, a pressão por uma investigação formal aumentou, com o objetivo de determinar se houve influência indevida de agentes públicos no Banco Master. A situação levanta questões sobre o papel do judiciário e do legislativo na fiscalização de instituições financeiras.

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