STF decide sobre prisão de ex-presidente do BRB: o que esperar do julgamento?

STF: Segunda Turma decide sobre prisão de Paulo Henrique Costa. O que muda após o voto de André Mendonça? Saiba tudo!

24/04/2026 04:03

2 min

STF decide sobre prisão de ex-presidente do BRB: o que esperar do julgamento?
(Imagem de reprodução da internet).

Segunda Turma do STF decide sobre prisão preventiva de ex-presidente do BRB

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) tem até as 23h59 desta sexta-feira, dia 24, para decidir se mantém a prisão preventiva de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB (Banco de Brasília). O colegiado está analisando o referendo da decisão proferida pelo ministro André Mendonça, que atuou como relator no caso e determinou a medida cautelar.

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O julgamento ocorre no formato de plenário virtual, onde os ministros registram seus votos eletronicamente, sem que haja debates abertos. Os trabalhos tiveram início na última quarta-feira, dia 22. André Mendonça foi o primeiro a votar, defendendo a manutenção da prisão sem qualquer alteração.

Composição e histórico do julgamento

A Segunda Turma é composta pelos ministros Kássio Nunes Marques, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. É importante notar que a suspeição é um mecanismo jurídico que permite o afastamento de um magistrado de um caso quando há dúvidas sobre sua imparcialidade, seja por laços pessoais ou interesses diretos.

Mudanças na relatoria do caso

Antes de André Mendonça assumir a relatoria, Dias Toffoli era o responsável pelo caso no STF. Contudo, após a Polícia Federal encaminhar o processo ao presidente da Corte, Edson Fachin, que é dono do Banco Master, houve a declaração de suspeição.

Por isso, o julgamento está sendo conduzido com apenas quatro ministros.

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Posicionamentos dos ministros e o futuro da decisão

Com a saída de um ministro, ainda restam os votos de Nunes Marques e Gilmar Mendes. A decisão final tenderá a favorecer o acusado, segundo análises do processo. Nunes Marques tem demonstrado uma postura mais cautelosa em seus votos.

Precedentes recentes na Turma

Em um caso anterior envolvendo o Banco Master, a Segunda Turma agiu com rapidez ao analisar a prisão do dono do banco, Daniel Vorcaro. Na ocasião, em março, Nunes Marques acompanhou o voto do relator André Mendonça pouco mais de cinquenta minutos após a abertura do plenário virtual.

Conclusão sobre o julgamento

Naquele julgamento passado, após a manifestação de Fux, já havia uma maioria formada para manter a prisão em menos de uma hora. O ministro Gilmar Mendes foi o último a votar naquele episódio, apresentando seu posicionamento apenas no último dia do prazo estabelecido.

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