Senador Viana ataca Motta sobre CPI do Banco Master e questiona o Senado

Senador Viana Ataca Motta Sobre CPI do Banco Master
O senador da República (PL-MG), Carlos Viana, intensificou sua crítica ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Motta (Republicanos-PB), no domingo (17 de maio de 2026). Viana acusou Motta de adotar uma postura que, segundo ele, transforma o processo de abertura de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) em um mero “tratamento regimental”, equivalente a “gaveta”.
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A declaração, publicada nas redes sociais, gerou repercussão e acusações diretas ao presidente da Câmara.
Em suas postagens, o congressista cobrou Motta de “já se entregar” e questionou o presidente do Senado, Marcelo Viana (União Brasil-AP), sobre a existência de limites no país. Viana utilizou uma linguagem forte, questionando se o Senado ainda possui autonomia e se o Poder Executivo respeitará os limites constitucionais.
A publicação gerou debates sobre o papel do Legislativo na fiscalização e no controle do governo.
Críticas à Base Governamental e ao PT
Além de atacar Motta, Viana também direcionou críticas aos partidos ligados ao governo, especialmente ao Partido dos Trabalhadores (PT). O senador argumentou sobre o “silêncio” da base governista em relação à questão do Banco Master e a postura do PT nas redes sociais, que clama por uma CPI, mas se recusa a formalizar o pedido.
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Viana descreveu a situação como “coragem de palanque, covardia de plenário”, evidenciando a falta de ação concreta.
Fila de CPIs e Prioridades na Câmara
A declaração de Motta, que mencionou a necessidade de seguir a ordem cronológica dos pedidos de CPI, revela a existência de uma fila de comissões na Câmara dos Deputados. Em fevereiro de 2026, Motta já havia sinalizado que a análise dos requerimentos de CPI do Banco Master seguiria a ordem de apresentação, devido à limitação de cinco comissões funcionando simultaneamente.
A declaração ressalta a complexidade do processo legislativo e a necessidade de priorização de demandas parlamentares.
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