Senador e Banco Master no Centro de Operação Compliance Zero!

Senador e Banco Master sob investigação! Operação Compliance Zero expõe esquema envolvendo vantagens financeiras e emenda ao FGC. Saiba mais!

07/05/2026 19:51

2 min

Senador e Banco Master no Centro de Operação Compliance Zero!
(Imagem de reprodução da internet).

Operação Compliance Zero: Senador e Banco Master Envolvidos em Investigação

O Partido Progressistas (PP) emitiu uma nota oficial na quinta-feira, 7 de maio de 2026, reagindo à quinta fase da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal. O presidente da legenda, um senador do PP-PI, está no centro da investigação.

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A PF apura suspeitas de que o controlador do Banco Master teria oferecido vantagens financeiras ao senador em troca de apoio político ligado aos interesses do grupo econômico de um empresário.

A nota do partido expressa a esperança de que os fatos ocorridos sejam devidamente investigados, garantindo o direito de defesa e o devido processo legal. O PP manifesta confiança nas instituições e na Justiça brasileira, buscando tranquilizar seus membros diante da situação delicada.

Emenda FGC: Debate e Controvérsias

Um dos pontos centrais da investigação envolve uma emenda proposta pelo senador Ciro Nogueira ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A proposta original buscava ampliar a cobertura do FGC de R$ 250 mil para R$ 1 milhão por depositante. A Polícia Federal alega que a versão apresentada no Senado reproduziu integralmente a versão elaborada pelo Banco Master.

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Documentos da investigação revelam que, internamente, o banco avaliava que a mudança poderia aumentar os negócios em até seis vezes e gerar um colapso no mercado financeiro. A conversa, registrada em mensagens, demonstra a preocupação com as possíveis consequências da emenda.

Declarações e Defesas

A defesa do senador Ciro Nogueira negou qualquer ilicitude em suas ações, afirmando que ele não participou de atividades ilegais nem esteve envolvido nos fatos investigados pela Polícia Federal. Os advogados da defesa informaram que o senador está à disposição para colaborar com as investigações e criticaram as medidas cautelares impostas no caso.

Segundo a defesa, as decisões foram baseadas em “mera troca de mensagens, sobretudo por terceiros”, o que, na visão do senador, exigiria uma análise mais aprofundada e rigorosa da legalidade pelas instâncias superiores do judiciário. A defesa busca minimizar o impacto da investigação e defender a reputação do senador.

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