Sanções à Colônia Israelense na Cisjordânia: Crise e Reação de Israel!

Sanções à Colônia Israelense na Cisjordânia chocam Israel e UE! Reação furiosa de Netanyahu e críticas a Kaja Kallas. Ataques em Gaza e a escalada da

11/05/2026 18:57

2 min

Sanções à Colônia Israelense na Cisjordânia: Crise e Reação de Israel!
(Imagem de reprodução da internet).

Sanções à Colônia Israelense na Cisjordânia e Reação de Israel

Os ministros das Relações Exteriores da União Europeia chegaram a um acordo nesta segunda-feira (11) sobre novas sanções contra colonos israelenses violentos na Cisjordânia ocupada, além de figuras importantes do Hamas. A chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, anunciou que o pacote de sanções, que visa quatro organizações de colonos, foi finalmente desbloqueado após meses de impasse causado pelo governo húngaro de Viktor Orbán.

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A decisão surge em resposta a crescentes relatos de violência na Cisjordânia. Kallas expressou sua satisfação com a resolução, afirmando: “Já era hora de sairmos do impasse e partirmos para a ação”. Ela enfatizou que “Extremismos e violência têm consequências”, demonstrando a preocupação da UE com a escalada da situação.

O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, reagiu à medida com forte crítica, publicando em X (Twitter) que a União Europeia “optou, de forma arbitrária e política, por impor sanções a cidadãos e entidades israelenses por causa de suas opiniões políticas e sem qualquer fundamento”.

Saar considerou “ultrajante” a comparação entre cidadãos israelenses e terroristas do Hamas.

O gabinete de Benjamin Netanyahu também se manifestou, criticando a UE por “traçar uma falsa simetria” entre israelenses e membros do Hamas. A declaração do governo israelense ressaltou que Israel e os Estados Unidos estão atuando na defesa da civilização contra grupos extremistas, enquanto a UE demonstra “falência moral”.

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Repercussão do Hamas e Ataques em Gaza

Enquanto isso, Basem Naim, autoridade de alto escalão do Hamas, criticou a medida da UE, acusando-a de hipocrisia política e racismo. Naim argumentou que a UE está equiparando um “carrasco fascista” com um “Estado pária” que viola as leis internacionais à vítima que se defende.

A situação na Cisjordânia continua tensa, com relatos de ataques de Israel em Gaza que resultaram na morte de pelo menos três pessoas, segundo informações divulgadas por médicos locais. A comunidade internacional acompanha de perto os acontecimentos, buscando soluções para o conflito.

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