Ronaldo Caiado apoia PL que equipara misoginia a racismo: o que muda?

Ronaldo Caiado apoia PL que equipara misoginia a racismo. Saiba como o ex-governador de Goiás se posicionou sobre o tema polêmico!

21/04/2026 16:55

2 min

Ronaldo Caiado apoia PL que equipara misoginia a racismo: o que muda?
(Imagem de reprodução da internet).

Ronaldo Caiado apoia PL que equipara misoginia a crime de racismo

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à presidência, Ronaldo Caiado (PSD), manifestou seu apoio nesta terça-feira, dia 21, ao Projeto de Lei (PL) que visa tipificar a misoginia, equiparando-a ao crime de racismo. Caiado declarou que apoia qualquer iniciativa que busque empoderar a mulher e coibir agressões contra ela.

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Durante uma conversa com jornalistas em São Paulo, ele afirmou estar espantado com a dificuldade em tratar o tema. Caiado enfatizou seu histórico de governar dando dignidade às mulheres, posicionando-se favoravelmente a tais medidas.

Posicionamento de Caiado sobre o combate à misoginia

Para Caiado, o debate não deve focar apenas no termo “misoginia”, mas sim na conduta em si. Ele defendeu que o combate a essa questão é um passo civilizatório e não meramente ideológico.

O ex-governador reforçou seu papel como defensor do avanço no combate ao feminicídio e à misoginia, tratando o assunto com seriedade e urgência.

Divergências entre os pré-candidatos de direita

Ao se manifestar a favor do PL da misoginia, Caiado se destaca entre outros pré-candidatos de direita que almejam o Executivo Federal após as eleições de outubro. Há divergências claras entre os nomes.

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Outras visões políticas sobre o projeto

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que votou a favor do projeto no Senado, sugere ajustes, alegando que a definição de “misoginia” é muito ampla e imprecisa. Por outro lado, Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, se opõe totalmente, temendo ferir a liberdade de expressão.

Detalhes do PL da Misoginia no Congresso

O projeto, sob a relatoria de Soraya Thronicke (PSB-MS), define misoginia como “a conduta que manifeste ódio ou aversão às mulheres, baseada na crença da supremacia do gênero masculino”. Com isso, propõe alterar a Lei do Racismo para enquadrar a misoginia como um crime de discriminação.

As penalidades previstas variam entre 2 e 5 anos de reclusão, além de multa. O texto foi aprovado no plenário em março, seguindo outros projetos de proteção às mulheres e combate ao feminicídio.

Próximos passos legislativos

Atualmente, o projeto aguarda o despacho do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB). Caso seja sancionado, o texto seguirá para a sanção final do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A declaração de Caiado sobre Kassab ser um “vice ideal” para uma disputa presidencial foi feita em um contexto paralelo às discussões sobre o PL.

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