Romeu Zema critica fim do 6×1 e aponta falhas econômicas do Brasil em 2026

Romeu Zema critica fim do 6×1 e aponta falhas econômicas! Saiba o que o ex-governador diz sobre a renda e a CLT em coletiva.

16/04/2026 15:16

2 min

Romeu Zema critica fim do 6×1 e aponta falhas econômicas do Brasil em 2026
(Imagem de reprodução da internet).

Romeu Zema critica fim da escala 6×1 e aponta falhas econômicas

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (NOVO), classificou o fim da escala de trabalho 6×1 como uma medida “incorreta” e “populista”. A declaração foi feita nesta quinta-feira, dia 16, durante uma coletiva de imprensa realizada pelo jornal O mineiro.

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Zema, que atualmente registra 3% das intenções de voto nas pesquisas de primeiro turno, argumentou que a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não está abordando a raiz do problema. Segundo ele, o foco deveria ser o aumento da renda da população brasileira.

A necessidade de melhoria salarial e investimento

Para o ex-governador, o que o Brasil realmente necessita é de um aumento no salário e na produtividade. Ele apontou que a melhoria desses indicadores é dificultada pela alta taxa de juros, que desestimula o investimento no país.

Posicionamento sobre a flexibilização da CLT

Questionado sobre a revogação da mudança caso eleito, Zema afirmou que apresentará à população uma proposta de flexibilização da CLT. Ele enfatizou que a escolha seria entre o funcionário e o empregador, seguindo um modelo já existente em outros países.

Segundo ele, se a CLT atual for considerada superior, os trabalhadores e patrões optarão por ela. Caso contrário, eles escolherão a alternativa proposta por ele.

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Debate no Congresso sobre a jornada de trabalho

Atualmente, duas propostas distintas tramitam no Congresso Nacional. Uma delas é uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que permite uma discussão mais ampla e prevê um período de transição. A outra é um Projeto de Lei (PL) com aplicação imediata e tramitação mais rápida.

O governo federal defende uma jornada de 40 horas semanais, mantendo os salários e garantindo dois dias de descanso, sem necessidade de um período de adaptação. Contudo, setores do Congresso e da iniciativa privada pressionam por um modelo mais gradual, que inclua compensações e ajustes específicos para cada setor.

Preocupações com o impacto econômico

Representantes dessas áreas alertam para o risco de um aumento nos custos operacionais e uma consequente pressão sobre os preços, afetando especialmente os pequenos negócios.

A discussão reflete um embate entre as visões governamentais e as demandas do setor produtivo sobre como implementar mudanças trabalhistas no país.

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