Renegociação de Dívidas: Novo Programa do Governo Busca Resolver Problemas Financeiros!

Novo programa de renegociação de dívidas é lançado! Ministro Durigan garante que não incentiva “cultura de calote”. Saiba mais!

06/05/2026 09:59

2 min

Renegociação de Dívidas: Novo Programa do Governo Busca Resolver Problemas Financeiros!
(Imagem de reprodução da internet).

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, esclareceu nesta quarta-feira, 6 de maio de 2026, que o novo programa de renegociação de dívidas não visa fomentar uma “cultura de calote” no Brasil. A iniciativa, lançada em 5 de maio de 2026, tem como objetivo principal renegociar dívidas bancárias de pessoas com renda limitada, até 5 salários mínimos, ou R$ 8.100 mensais.

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Foco em Dívidas Recentes

Durigan enfatizou que a primeira fase do programa, o “1º Desenrola”, concentrou-se em dívidas mais antigas, de pessoas já negativadas. A nova rodada, segundo ele, terá um foco específico em débitos recentes, com atrasos entre 90 dias e 2 anos, abrangendo principalmente cartões de crédito, cheque especial e crédito pessoal sem garantia.

O ministro acredita que a renegociação ajudará a organizar as finanças das pessoas e beneficiará o sistema financeiro, promovendo um cenário de “ganha-ganha” para que os devedores possam retomar o pagamento de suas dívidas.

Desafios do Sistema Financeiro

Durigan ressaltou que a inadimplência é frequentemente utilizada pelo setor financeiro como justificativa para a cobrança de juros elevados em linhas de crédito como cartão de crédito e cheque especial. Ele acredita que a redução do número de devedores contribuirá para diminuir o custo do crédito no país.

O ministro enfatizou que o programa é um esforço nacional, derivado do “1º Desenrola”, que não será repetido, e que o objetivo principal é garantir que as pessoas possam pagar suas contas, permitindo que suas dívidas se encaixem em seus orçamentos.

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Atenção aos Trabalhadores Informais

Além da renegociação para devedores, o governo também está estudando uma segunda rodada de renegociação, voltada para pessoas adimplentes que enfrentam juros altos em seus empréstimos. O público prioritário deve incluir trabalhadores informais, um grupo que, segundo Durigan, merece atenção especial devido à falta de uma renda fixa mensal.

O ministro informou que essa linha de renegociação deve ser anunciada no final de maio ou início de junho.

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