Rebelo ataca duramente privatizações e critica Zema em nova declaração

Rebelo ataca duramente propostas de privatização! Críticas ao ex-governador Minas Gerais e alerta sobre risco de venda do Banco do Brasil. Assista!

08/05/2026 12:58

2 min

Rebelo ataca duramente privatizações e critica Zema em nova declaração
(Imagem de reprodução da internet).

Rebelo Ataca Propostas de Privatização com Críticas ao Ex-Governador

O pré-candidato à Presidência da República (Democracia Cristã) lançou críticas contundentes ao ex-governador de Minas Gerais (Novo), utilizando termos como “desinformado” e “desqualificado” ao comentar sobre as propostas de privatização de empresas estatais brasileiras.

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A declaração foi feita em um vídeo publicado na sexta-feira, 8 de maio de 2026, em seu perfil no Instagram.

Rebelo argumentou que a venda de empresas como o Banco do Brasil poderia resultar na transferência de ativos estratégicos para grupos estrangeiros, especialmente empresas chinesas. Ele enfatizou que, ao colocar o Banco do Brasil à venda, não haveria escolha de comprador, e que a maior capacidade financeira e de investimento das empresas chinesas representava um risco para o país. “Nós não privatizaríamos a Petrobras.

Transformaríamos um ativo estatal brasileiro em um ativo estatal chinês”, declarou.

O ex-ministro também criticou o que ele considerou desconhecimento sobre a dinâmica econômica internacional, argumentando que as propostas de privatização ignoravam o avanço do capital chinês em setores estratégicos da economia brasileira. Ele expressou preocupação com a possibilidade de o país “cometer essa estupidez”, utilizando uma linguagem forte para descrever o que ele percebe como uma falha de entendimento.

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Enquanto isso, o pré-candidato Romeu Zema tem defendido consistentemente a privatização de estatais como uma forma de reduzir a dívida pública brasileira. Em entrevistas, incluindo uma realizada no Canal Livre em 3 de maio e outra com empresários na avenida Faria Lima, em São Paulo, em 29 de abril, Zema reiterou sua intenção de vender empresas públicas e utilizar os recursos para abater a dívida do país e reduzir os juros.

Zema também defendeu reformas administrativas e da Previdência, estimando que o país poderia economizar cerca de R$ 10 trilhões em 20 anos. Ele mencionou que medidas semelhantes foram adotadas durante sua gestão em Minas Gerais, incluindo a privatização da Companhia Energética de Minas Gerais (CNM), embora essa proposta não tenha avançado. A privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) também foi vista como uma questão de tempo, com Zema argumentando que as privatizações ampliam investimentos e melhoram os serviços.

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