PT Acusa Supremo e Congresso de Acordo para Proteger Empresário em Caso 8 de Janeiro

PT acusa Supremo de acordo político para proteger empresário Messias! Deputado critica “acórdão” no Congresso e busca reduzir penas de envolvidos em 8T.

09/05/2026 13:15

2 min

PT Acusa Supremo e Congresso de Acordo para Proteger Empresário em Caso 8 de Janeiro
(Imagem de reprodução da internet).

PT Acusa Supremo de Acordo Político para Proteger Empresário

O líder do PT na Câmara dos Deputados, deputado federal (SC), criticou veementemente a decisão do Supremo Tribunal Federal, afirmando que se trata de um “acordão” construído no Congresso. Em declarações nesta sábado (9 de maio de 2026), o petista argumentou que a ação visa impedir investigações sobre o empresário Messias, fundador do Banco Master, e buscar a redução das penas dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro.

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Segundo Uczai, a estratégia política busca o bloqueio de Messias no Senado, em troca de uma medida que atenue as punições dos golpistas. Ele enfatizou que o empresário é um aliado do ministro Jorge Messias no Supremo, e que a manobra visa neutralizar a investigação em curso.

A ação da Polícia Federal, iniciada na quinta-feira (7 de maio), contra Messias, intensifica as acusações.

Articulação Política e Críticas ao Supremo

O deputado Uczai apontou a participação de figuras como Ciro Nogueira, presidente da Câmara, Davi Alcolumbre, presidente do Senado, e Flávio Bolsonaro, em articulações para enfraquecer a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do 8 de janeiro.

Ele criticou a tentativa de “neutralizar” o ministro Jorge Messias, que, segundo o petista, seria um aliado das investigações, e que, ao mesmo tempo, estaria “flertando com aventuras golpistas”.

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Investigações e Acusações

A investigação em curso, liderada pelo ministro Jorge Messias, busca apurar as responsabilidades pelos atos que levaram à invasão e depredação do Palácio do Planalto em 8 de janeiro. A Polícia Federal, com o mandado expedido pela Justiça, busca evidências que possam levar a novas acusações contra os envolvidos.

A situação continua sendo acompanhada de perto pelo Congresso Nacional.

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