Polícia Federal investiga vazamento de dados do Banco Master e Vorcaro

Polícia Federal investiga vazamento de dados do Banco Master! Operação coordenada pelo ministro André Mendonça apura suspeitas envolvendo o perito Daniel

23/05/2026 03:40

2 min

Polícia Federal investiga vazamento de dados do Banco Master e Vorcaro
(Imagem de reprodução da internet).

Operação da Polícia Federal Apura Vazamento de Dados do Banco Master

Sob o comando do ministro André Mendonça, a Polícia Federal iniciou uma operação para investigar o vazamento de informações confidenciais relacionadas às investigações do Banco Master. A corporação tomou medidas após a suspeita de que um perito criminal federal havia compartilhado dados e mensagens privadas do fundador do banco, Daniel Vorcaro, com veículos de comunicação.

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A investigação se concentra em um período que vai de dezembro de 2025 a janeiro de 2026, momento em que diversos vazamentos de informações surgiram. Entre os dados que vieram à tona, destaca-se o contrato de prestação de serviços advocatícios do Banco Master com o escritório da advogada Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes.

Detalhes do Contrato e Honorários

Segundo os documentos, o contrato estabelecia honorários contratuais no valor de R$ 131.275.071,72, que se estendiam ao longo da vigência do contrato. O escritório Barci de Moraes, responsável pela assessoria jurídica, detalhou que, durante o período, elaborou 36 pareceres e opiniões legais abrangendo diversas áreas, incluindo previdenciário, contratual, trabalhista e regulatório.

A defesa enfatizou que o escritório nunca atuou em processos do banco perante o Supremo Tribunal Federal (STF). A informação sobre os valores foi inicialmente divulgada pela jornalista Malu Gaspar, da coluna do jornal O Globo.

Sigilo da Fonte e Medidas do STF

Além da investigação do contrato, a Polícia Federal apura o acesso ilícito a sistemas restritos que expuseram conversas privadas obtidas no celular de Daniel Vorcaro. O STF declarou que a operação não tem como alvo profissionais da imprensa.

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O tribunal ressaltou que a liberdade de atuação jornalística e o sigilo da fonte são garantidos, assegurando que a investigação se concentra em servidores públicos suspeitos de infração funcional. A nota oficial foi emitida na terça-feira, 19 de maio de 2026.

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