PL Ajuíza Ação Contra Sondagem de Lula e Flávio Bolsonaro no TSE

PL acusa pesquisa de Lula contra Flávio e busca proibição urgente! Ação no TSE questiona metodologia e alega manipulação. Saiba mais

29/05/2026 17:30

2 min

PL Ajuíza Ação Contra Sondagem de Lula e Flávio Bolsonaro no TSE
(Imagem de reprodução da internet).

PL Ajuíza Ação contra Sondagem com Flávio e Lula

O Partido Liberal (PL) moveu uma ação judicial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na segunda-feira (18) buscando impedir a divulgação de uma pesquisa que mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) próximo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições.

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A legenda argumenta que a metodologia da pesquisa foi intencionalmente elaborada para prejudicar o nome do filho do ex-presidente.

Pedido de Suspensão Urgente

O partido solicitou uma liminar urgente para que a divulgação dos resultados fosse suspensa imediatamente, o que ocorreu na terça-feira (19). A ação judicial detalha que, entre as 48 perguntas do questionário, pelo menos oito direcionam o entrevistado a refletir sobre o envolvimento de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro e o Banco Master.

Segundo o PL, essa estrutura não se limita a coletar opiniões, mas sim a criar um contexto que transforma a pesquisa em uma ferramenta de propaganda negativa.

Argumentos Baseados em Estudos

O PL utiliza argumentos baseados em estudos científicos e decisões do TSE e TREs para sustentar sua posição. A legenda afirma que a ordem das perguntas pode alterar os resultados de uma pesquisa em até 20 pontos percentuais. Além da suspensão imediata da divulgação, o partido solicita acesso aos dados brutos da AtlasIntel, incluindo microdados anonimizados e logs de aplicação, além de uma multa diária em caso de descumprimento da ordem judicial.

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Requerimentos Específicos

O partido também busca a proibição definitiva da divulgação de determinadas perguntas específicas e, alternativamente, a obrigatoriedade de uma ressalva clara sobre a contaminação metodológica da pesquisa. O PL alega que a pesquisa não apenas mediu a opinião pública, mas também atuou diretamente para induzi-la artificialmente, apresentando um risco de influenciar o eleitorado de forma indireta.

A AtlasIntel, empresa responsável pela pesquisa, se defendeu, afirmando que o teste de áudio, que contém a gravação da conversa entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, foi realizado após a conclusão e submissão do questionário pelo entrevistado.

A empresa ressaltou que a gravação foi feita em momentos e interfaces separados, sem qualquer interferência nas respostas e sem que o entrevistado pudesse alterar suas respostas. A AtlasIntel enfatiza que o objetivo do teste é medir a reação da população a conteúdos audiovisuais, com segmentação demográfica, sempre com rigor técnico e metodológico.

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