Petrobras e Ansa: Retomada da Produção de Ureia Impulsiona o Agronegócio Brasileiro!

Petrobras Retoma Produção de Ureia com Ansa, Impulsionando o Mercado Nacional
A Petrobras deu o pontapé inicial na produção de ureia nesta quinta-feira (30), um marco significativo após a retomada das operações da Ansa (Araucária Nitrogenados). A iniciativa representa um passo crucial na revitalização da subsidiária paranaense, que permanecia inativa desde 2020.
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O projeto, que envolveu um investimento de R$ 870 milhões, faz parte da estratégia da empresa de retornar ao setor de fertilizantes, um segmento de grande importância para o agronegócio brasileiro.
Desde 2024, a equipe da Ansa se dedicou à preparação da fábrica, realizando manutenções abrangentes, inspeções rigorosas, testes operacionais e a recomposição de sua força de trabalho. Essa fase preparatória gerou mais de dois mil empregos diretos, além de 700 postos de trabalho relacionados à operação da unidade industrial.
“Estamos retomando uma operação estratégica. A Ansa volta a produzir ureia em um momento em que ampliar a capacidade interna desse insumo é cada vez mais relevante para o Brasil”, declarou Marcelo dos Santos Faria, diretor industrial e presidente interino da Ansa.
A fábrica tem capacidade para produzir 720 mil toneladas de ureia por ano, representando aproximadamente 8% do mercado nacional.
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Retomada da Ansa e Expansão da Produção da Petrobras
A retomada da Ansa se junta ao retorno da produção das unidades FAFEN-BA, na Bahia, em janeiro de 2026, e FAFEN-SE, em Sergipe, em dezembro de 2025. Com a comercialização da ureia produzida nas três fábricas, a Petrobras espera alcançar cerca de 20% da participação no mercado interno.
A empresa também está avançando com a Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III), localizada em Três Lagoas (MS), com previsão de início das operações em 2029.
A nova planta, com capacidade de atender cerca de 35% do mercado nacional de ureia nos próximos anos, complementa o plano da Petrobras de fortalecer sua posição no setor de fertilizantes e contribuir para o abastecimento do mercado interno brasileiro.
A iniciativa se alinha com o cenário global, onde a China tem restringido a exportação de fertilizantes, exercendo pressão sobre o mercado mundial.
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