Ouro Sobe à Corrida em Meio a Crise Global e Ameaças Militares

Ouro dispara em meio a crise global! Incertezas no Oriente Médio e planos de Trump impulsionam ouro para patamares recordes. Saiba mais!

30/04/2026 21:26

2 min

Ouro Sobe à Corrida em Meio a Crise Global e Ameaças Militares
(Imagem de reprodução da internet).

Ouro Acelera Alta em Cenário de Incertezas Globais

O ouro encerrou a sessão desta quinta-feira (30) com uma forte alta, interrompendo uma sequência de três dias de quedas. O movimento foi impulsionado por fatores como a renovação das incertezas no Oriente Médio e a leve desvalorização do dólar americano.

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No mercado à vista, a Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), registrou um aumento de 1,49% no ouro para entrega em junho, fechando a US$ 4.629,6 por onça-troy. A prata também acompanhou a tendência, com ganhos de 2,75%, atingindo os US$ 73,534.

Geopolítica e Decisão do Fed Impulsionam Ouro

O noticiário geopolítico continua sendo um fator crucial, com relatos de uma nova escalada nas tensões no Oriente Médio. Informações divulgadas pelo Axios indicam que o presidente dos EUA, Donald Trump, está considerando planos para uma ação militar no Irã, com o Centcom (Comando Central) dos EUA sendo solicitado a elaborar ataques rápidos e eficazes.

Paralelamente, a Euronews reporta que Israel também planeja retomar atividades militares no Irã.

Pressão por um Novo Acordo no Estreito de Ormuz

Além das ameaças de conflito, Trump estaria exercendo pressão sobre aliados para que aderissem a um novo acordo visando a reabertura do Estreito de Ormuz. No entanto, a TD Securities alerta para um cenário de risco, destacando que a fraqueza do dólar e a possível intervenção cambial do Japão no iene estão impulsionando o ouro, mas que o metal ainda enfrenta a possibilidade de uma queda mais significativa do que de alta.

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Mercado Reage à Manutenção da Selic

O MUFG destaca que o ouro se beneficiou de um movimento de compra na baixa, representando a primeira vez na semana que registra ganhos. Essa reação se deu em um contexto de decisão do Fed (Federal Reserve) de manter as taxas de juros estáveis na faixa entre 3,50% e 3,75%, como esperado.

Os responsáveis pelo banco central ressaltaram as incertezas econômicas decorrentes do conflito no Oriente Médio e da persistência da inflação, impulsionada pelos altos preços da energia.

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