Operação Erga Omnes: Comando Vermelho Desmantelado e R$ 70 Milhões Apreendidos!

Operação Erga Omnes: Polícia desmantela esquema do Comando Vermelho no Amazonas! R$ 70 milhões apreendidos. Anabela Cardoso Freitas é presa. Saiba mais!

20/02/2026 11:54

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(Imagem de reprodução da internet).

Operação Erga Omnes Desmantela Esquema do Comando Vermelho no Amazonas

A Polícia Civil do Estado do Amazonas iniciou nesta sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026, a operação Erga Omnes, com o objetivo de desmantelar um complexo esquema criminoso ligado à facção Comando Vermelho. A ação investiga uma série de crimes graves, incluindo tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, além de violações de sigilo funcional.

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As informações foram divulgadas pelo G1.

Esquema Criminoso Movimentou R$ 70 Milhões

Segundo as investigações, o esquema criminoso teria movimentado cerca de R$ 70 milhões. A operação envolveu a expedição de 23 mandados de prisão preventiva e 24 de busca e apreensão, abrangendo diversos estados brasileiros. A complexidade do caso exigiu o apoio de forças de segurança de estados como Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pará, São Paulo e Piauí, devido à amplitude das movimentações financeiras e às conexões identificadas.

Cidades Alvo da Operação

Os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos nas seguintes cidades: Manaus (AM); Belém (PA); Ananindeua (PA); Belo Horizonte (MG); Fortaleza (CE); Teresina (PI); Estreito (MA). A abrangência geográfica da operação demonstra a escala do crime e a necessidade de uma ação coordenada para desmantelar a organização.

Prisões e Suspeitos Envolvidos

Até a publicação desta reportagem, 14 suspeitos já foram presos. Entre os detidos está Anabela Cardoso Freitas, que atuava como integrante da Comissão de Licitação da Prefeitura de Manaus e também exerceu a função de ex-chefe de gabinete do prefeito de Manaus, filiado ao União Brasil.

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Além dela, foram presos um servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas e ex-assessores de três vereadores. As investigações apontam que os suspeitos facilitaram a contratação de empresas de fachada, utilizadas para a compra de drogas na Colômbia e o transporte para o Brasil.

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