ONU Denuncia Maus-Tratos e Exige Libertação Imediata de Ativistas da SumudA

ONU acusa Israel de maus-tratos e exige libertação imediata de ativistas da Flotilha Sumud! Saif Abukeshek (Espanha) e Thiago Ávila (Brasil) iniciaram greve de

06/05/2026 18:32

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ONU Denuncia Maus-Tratos e Exige Libertação Imediata de Ativistas da SumudA
(Imagem de reprodução da internet).

ONU Exige Libertação Imediata de Ativistas da Flotilha Sumud

A Organização das Nações Unidas (ONU) intensificou a pressão sobre Israel, exigindo a libertação imediata de Saif Abukeshek, um espanhol, e Thiago Ávila, um brasileiro, integrantes da Flotilha Global Sumud. Os dois ativistas foram detidos na quinta-feira, 30 de abril de 2026, durante a interceptação de embarcações humanitárias em águas internacionais, próximo à costa da Grécia.

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Advogados que representam os detidos relataram que Abukeshek e Ávila iniciaram uma greve de fome há seis dias, desde o momento da captura. Segundo informações preliminares, os ativistas teriam sofrido maus-tratos durante a custódia. Ambos permanecem presos na cidade de Ashkelon, localizada no Distrito Sul de Israel, próxima à Faixa de Gaza, sem que tenham sido apresentadas acusações formais.

Contexto da Operação e Reações Internacionais

As forças israelenses interceptaram a flotilha ao largo da costa da Grécia, removendo dezenas de ativistas das embarcações. A operação ocorreu após os navios, que partiram de França, Espanha e Itália, tentarem romper o bloqueio imposto a Gaza e fornecer ajuda humanitária ao território palestino.

A situação gerou forte reação da comunidade internacional.

ONU Condena Detenção e Exige Cumprimento do Direito Internacional

Thameen Al-Kheetan, porta-voz do gabinete de direitos humanos da ONU, declarou que Israel deve liberar “imediata e incondicionalmente” os ativistas. Al-Kheetan enfatizou que “não é crime demonstrar solidariedade e tentar levar ajuda humanitária” à população de Gaza.

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Ele também mencionou “relatos perturbadores de maus-tratos graves” e defendeu que os responsáveis sejam levados à justiça.

Al-Kheetan criticou a legislação antiterrorismo israelense, considerada ampla e inconsistente com o direito internacional, e reiterou a necessidade de Israel encerrar o bloqueio a Gaza e permitir a entrada de ajuda humanitária em quantidade suficiente.

A situação continua sob monitoramento da ONU, que busca garantir o tratamento adequado dos ativistas.

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