ONG rebate deputada: o que foi dito sobre saúde e LGBTQIA+ em 2026?

ONG rebate acusações de deputada sobre Comitê de Saúde. Saiba o que foi dito sobre direitos LGBTQIA+ e procedimentos em menores!

24/04/2026 00:20

3 min

ONG rebate deputada: o que foi dito sobre saúde e LGBTQIA+ em 2026?
(Imagem de reprodução da internet).

ONG Rebate Acusações de Deputada sobre Atuação em Comitê de Saúde

Uma Organização Não Governamental (ONG) emitiu um comunicado refutando declarações feitas por uma deputada federal do União Brasil-SP. As falas ocorreram em um vídeo divulgado nas redes sociais na quarta-feira, dia 22 de abril de 2026.

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Neste vídeo, a congressista classificou a participação da entidade em um comitê do Ministério da Saúde, focado nos direitos da comunidade LGBTQIA+, como “ilegal”. A ONG, por sua vez, enfatizou que suas atividades são totalmente legais e fundamentadas na legislação brasileira e nos direitos humanos.

Esclarecimentos da Organização sobre Procedimentos Médicos

A entidade esclareceu veementemente que não há registros de cirurgias de redesignação de gênero sendo realizadas em crianças no Brasil. Assim, a ONG negou qualquer tipo de apoio, incentivo ou articulação relacionada a procedimentos desse tipo envolvendo menores de idade.

A Perspectiva da Deputada Rosangela Moro

Rosangela Moro, em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, questionou a atuação do comitê do Ministério da Saúde e a participação da ONG na definição de políticas públicas para a comunidade LGBTQIA+.

A deputada defendeu publicamente que decisões sobre procedimentos de transição de gênero devem ocorrer somente após a maioridade. Ela criticou a pauta, afirmando: “A gente não pode permitir que, dentro de um espaço público, seja dado lugar para coisas que são ilegais.

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Porque essa ONG defende a possibilidade de transição de gênero para crianças”.

Posicionamento do Ministério da Saúde

Em nota enviada ao Poder360, o Ministério da Saúde assegurou que os comitês da pasta operam dentro da legalidade e em total respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O órgão federal declarou categoricamente que não autoriza, não recomenda, nem custeia procedimentos transexualizadores em indivíduos com menos de 18 anos de idade.

A ONG Denuncia Desinformação e Intenções Políticas

A ONG considerou que a narrativa apresentada pela deputada visa criar confusão e disseminar desinformação na sociedade. Segundo a entidade, o material circulante promove um “terrorismo social, pânico moral e desinformação”, muitas vezes utilizando linguagem sensacionalista.

A organização apontou que o conteúdo revela “intenções de cunho eleitoreiro”. Além disso, a ONG manifestou solidariedade à sua fundadora, Thamirys Nunes, mencionada no vídeo da congressista, e informou que seu departamento jurídico foi acionado para tomar as medidas cabíveis contra as inverdades divulgadas.

Conclusão sobre o Debate

O debate expôs tensões sobre a definição de políticas públicas de gênero e saúde no Brasil. Enquanto a deputada questionou a legalidade de certos procedimentos para menores, a ONG reafirmou seu compromisso com os direitos humanos e a legislação vigente, ao mesmo tempo em que o Ministério da Saúde reforçou seu posicionamento técnico e legal.

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