Novo relatório da CEMDP: Morte de JK foi “provocada” e não acidente!

Novo relatório da CEMDP aponta para morte intencional de JK! Vídeos chocantes questionam versão oficial do acidente de 1976. Investigação revela

10/05/2026 13:27

2 min

Novo relatório da CEMDP: Morte de JK foi “provocada” e não acidente!
(Imagem de reprodução da internet).

Novo Relatório da CEMDP Questiona Morte de Juscelino Kubistchek

Um novo relatório da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) examina a morte do ex-presidente Juscelino Kubistchek, ocorrida em 1976. O documento utiliza como base três vídeos em 3D produzidos pelo perito Sérgio Eisemberg em 2019, que desafiam a versão oficial do acidente.

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Os vídeos mostram que a colisão que resultou na morte de Kubistchek e do motorista Geraldo Ribeiro, conforme determinado por laudos originais do ICCE (Instituto de Criminalística Carlos Éboli) em 1976, apresenta inconsistências. A versão oficial indicava que o Opala conduzido por Geraldo Ribeiro colidiu levemente com um ônibus durante uma ultrapassagem, levando à perda de controle e à invasão da pista contrária.

Detalhes da Investigação e Contradições

O relatório da CEMDP, juntamente com os vídeos de Eisemberg, questiona a narrativa original. As gravações demonstram que o ônibus desacelerou em uma curva, enquanto o Opala acelerou para ultrapassá-lo, tornando impossível uma colisão traseira naquele momento.

A perícia de Eisemberg também contesta a versão da colisão “injustificável e incompreensível”.

Análise do Perito Sérgio Eisemberg

O perito Sérgio Eisemberg argumenta que os laudos antigos do ICCE não investigaram a possibilidade de problemas mecânicos no Opala, sugerindo que os danos no veículo poderiam ter sido causados por uma alteração estrutural durante a parada do veículo no Hotel Villa Forte.

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Ele acredita que o motorista não tinha o controle do veículo, que teria sido manipulado durante a estadia no hotel.

Contexto Político e Conclusão

Eisemberg também destaca o contexto político da época, em que Juscelino Kubistchek teve seus direitos parlamentares cassados e era considerado um perseguido pelo regime militar. O perito conclui que os estudos técnicos da década de 1970 não se sustentam, e que a morte de JK foi provocada, e não acidental.

O documento da CEMDP reavalia as circunstâncias do acidente com base nos vídeos em 3D e aponta que a morte de Juscelino Kubistchek foi resultado de uma conspiração.

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