Novo acusa STF de decadência após notícia-crime de Gilmar Mendes? Entenda!

Ex-Governador de Minas Gerais Critica o STF Após Notícia-Crime
O ex-governador de Minas Gerais, Novo, declarou nesta quarta-feira, 22 de abril de 2026, que o Supremo Tribunal Federal (STF) estaria em um estado de decadência. A declaração de Zema ocorreu após o ministro Gilmar Mendes apresentar uma notícia-crime contra ele, visando investigá-lo no inquérito das fake news.
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Detalhes da Notícia-Crime e Acusações
A notícia-crime, que formaliza a comunicação de um fato criminoso à autoridade competente, refere-se a conteúdos publicados nas redes sociais de Zema quando ele ainda ocupava o cargo de governador. O material em questão utiliza fantoches que representam os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes.
Alegações de Desprezo Institucional
No documento apresentado, Gilmar Mendes alegou que o ex-governador teria demonstrado desdém não apenas pela honra e imagem do STF, mas também pela sua própria dignidade. O vídeo em questão possui um caráter satírico.
Contexto Político e Reações
A sátira faz referência à decisão de Gilmar Mendes, ocorrida em 27 de fevereiro, que anulou o desfecho da CPI do Crime Organizado. Essa CPI havia determinado a quebra dos sigilos bancários, fiscais e telemáticos da empresa Maridth Participações, ligada à família de Toffoli.
Defesa de Zema e Ameaças Políticas
Em resposta, Zema afirmou que a atitude do ministro constitui um “atentado à democracia”. Durante entrevista na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, 22 de abril de 2026, ele declarou: “Não pode mais fazer caricatura. Não pode ser mais irônico.
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Daqui a pouco vocês [jornalistas] estão todos calados e censurados. Estou sendo tolhido da minha liberdade de expressão”.
Desenvolvimentos Legislativos e Posição do STF
Os congressistas da oposição anunciaram, na segunda-feira, 20 de abril de 2026, que apresentariam um pedido de impeachment contra Gilmar Mendes, em decorrência da inclusão de Zema no inquérito das fake news. O Poder360 tentou obter um posicionamento oficial do STF por e-mail, mas não obteve retorno até a publicação deste texto.
Caso haja qualquer manifestação do Tribunal, a reportagem será devidamente atualizada com as novas informações.
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