Navio de Cruzeiro em Crise: Mortes e Hospitalizações por Hantavírus Alarmam Mundo

Navio de cruzeiro em crise: surto de hantavírus causa mortes e internações! Pelo menos três pessoas faleceram e outras três estão hospitalizadas no navio

04/05/2026 08:02

2 min

Navio de Cruzeiro em Crise: Mortes e Hospitalizações por Hantavírus Alarmam Mundo
(Imagem de reprodução da internet).

Surto de Hantavírus Atinge Navio de Cruzeiro com Pessoas Hospitalizadas e Mortes

Um navio de cruzeiro com sede na Holanda está no centro de uma preocupação crescente após um surto suspeito de hantavírus. Três pessoas faleceram e outras três estão recebendo tratamento médico após o incidente, conforme confirmado por autoridades e reportagens da mídia no domingo (3).

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O vírus, que se espalha principalmente através de roedores, tem gerado atenção devido à sua natureza potencialmente perigosa.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o hantavírus é transmitido quando o vírus presente em excrementos, saliva e urina de roedores se dispersa no ar. Essa transmissão pode ocorrer, por exemplo, ao realizar atividades como varrer áreas onde os roedores construíram seus ninhos.

A origem do nome do vírus remonta à região do Rio Hantan, na Coreia do Sul, onde foi identificado pela primeira vez na década de 1970, conforme relatado pela revista médica The Lancet.

O hantavírus é classificado em dois tipos distintos, cada um associado a diferentes doenças. Um deles afeta principalmente os pulmões, enquanto o outro ataca os rins. A forma pulmonar é particularmente preocupante, apresentando uma taxa de letalidade estimada em cerca de 40%.

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A síndrome pulmonar por hantavírus é mais prevalente nas Américas do Norte e do Sul, com o governo canadense registrando aproximadamente 200 casos de hantavirose pulmonar anualmente em todo o mundo.

Um caso notável foi o da pianista Betsy Arakawa, esposa do ator Gene Hackman, que faleceu em 2025 devido à síndrome pulmonar por hantavírus, conforme determinado pela autópsia no Novo México. Os sintomas da hantavirose geralmente começam com sinais semelhantes aos da gripe, como fadiga e febre, que aparecem de uma a oito semanas após a exposição.

Com o passar de quatro a dez dias, os pacientes podem desenvolver tosse, falta de ar e acúmulo de líquido nos pulmões, condições que podem ser facilmente confundidas com uma gripe comum, devido à dificuldade de diagnóstico.

O tratamento para a infecção por hantavírus é principalmente de suporte, focando em repouso e hidratação. Em casos mais graves, os pacientes podem necessitar de suporte respiratório, como ventilação mecânica. A prevenção da exposição ao hantavírus envolve medidas como afastar e eliminar roedores de áreas habitadas e evitar o uso de aspiradores de pó ou varredoras em áreas onde há excrementos secos, pois isso pode transformar o vírus em aerossóis, aumentando o risco de transmissão.

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