Monark: Canal Desativado pelo YouTube Após Ataques e Controvérsias!

Novo Canal do Monark é Desativado pelo YouTube
O canal do influenciador Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark, foi removido do YouTube nesta sexta-feira, 1º de maio de 2026. A decisão da plataforma ocorreu poucos dias após o influenciador ter publicado um vídeo no último domingo, 26 de abril, no qual apresentava seu novo canal, intitulado “Bruno Aiub Show”.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A ação gerou reações e questionamentos sobre os motivos por trás da desativação.
Defesa do Influenciador Explica Situação
A equipe de defesa do Monark afirma que o canal recém-lançado contava com apenas um vídeo, uma simples tour pelo estúdio que servia como preparação para futuras entrevistas, ainda não realizadas. Apesar da ausência de conteúdo formal, o YouTube removeu a página sob a alegação de violações das diretrizes da comunidade, o que gerou uma reação imediata por parte da defesa.
Os advogados do influenciador ressaltam que não receberam nenhuma notificação sobre uma nova ordem judicial emitida pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Eles enfatizam que as restrições anteriores ao canal foram revogadas em fevereiro de 2025 pelo ministro Alexandre de Moraes, indicando que a situação atual é um desdobramento inesperado.
Recurso e Aguardo de Resposta
Diante do bloqueio, Monark já apresentou um recurso administrativo interno ao YouTube, buscando avaliar as medidas cabíveis e garantir seus direitos, assegurando o respeito à legislação vigente. A plataforma de vídeos ainda não se manifestou publicamente sobre o caso, mantendo-se o aguardo de uma resposta oficial.
Leia também
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Relatório da Polícia Federal Revela Novos Detalhes
Enquanto a defesa nega a existência de novas ordens de bloqueio, um novo relatório elaborado pela Polícia Federal (PF) foi encaminhado ao Supremo. O documento aponta que o influenciador manteve um padrão de declarações públicas com ataques ao sistema eleitoral brasileiro e aos ministros da Corte, persistindo em questionar a lisura e a segurança das urnas eletrônicas.
A movimentação faz parte de um inquérito que apura possível desobediência a decisões judiciais por parte do influenciador digital. O relatório, entregue ao ministro Alexandre de Moraes na tarde de quarta-feira, 29 de abril, detalha a continuidade das declarações controversas.
Revés Jurídico Adicional para o Monark
Além do banimento digital, Monark enfrenta um revés jurídico relacionado ao seu passado. Em abril deste ano, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) mudou de posição e voltou a pedir a condenação do influenciador devido às falas proferidas em 2022 sobre o nazismo.
O promotor Ricardo Manuel Castro agora defende que o influenciador pague uma indenização no valor de R$ 4 milhões, em decorrência do episódio em que o influenciador defendeu, durante a transmissão do Flow Podcast, que o partido nazista deveria ser reconhecido pela lei brasileira.
Essa declaração resultou na sua demissão do programa e na quebra de contratos com grandes patrocinadores na época.
O novo pedido do promotor contraria uma decisão recente do próprio órgão, que em 31 de março de 2026 havia desistido da ação civil pública contra Monark, avaliando que as declarações se enquadravam em uma defesa abstrata e equivocada da liberdade de expressão.
O documento atualizado do promotor solicita que o pedido de improcedência seja desconsiderado pelo juiz, com base nas evidências apresentadas no decorrer do processo judicial.
O Poder360 entrou em contato com a defesa de Bruno Aiub para solicitar um posicionamento oficial, mas não obteve resposta. A reportagem aguarda o retorno da equipe para atualizar o caso.
Autor(a):
redacao
Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.


