Ministros Condenam Ataque Israelense à Flotilha Sumud – Crise Humanitária em Gaza!

Ministros condenam ataque israelense à flotilha Global Sumud! 12 nações alertam sobre violações do direito internacional. Thiago Ávila e outros ativistas

01/05/2026 12:06

2 min

Ministros Condenam Ataque Israelense à Flotilha Sumud – Crise Humanitária em Gaza!
(Imagem de reprodução da internet).

Ministros Condenaem Ataque Israelense à Flotilha Global Sumud

Um grupo de 12 ministros das Relações Exteriores, incluindo os do Brasil e de outros 11 países, emitiu uma declaração conjunta na quinta-feira (30 de abril de 2026, condenando veementemente o ataque israelense à flotilha Global Sumud. O incidente, ocorrido na quarta-feira (29 de abril), envolveu forças israelenses que buscavam fornecer ajuda humanitária à Faixa de Gaza.

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A Marinha de Israel informou que pelo menos 175 ativistas, representando diversas nacionalidades, foram detidos durante a operação.

Brasileiros Envolvidos na Detenção

Entre os detidos, estavam quatro cidadãos brasileiros: Thiago Ávila, especialista em questões socioambientais, já detido anteriormente pelo Exército de Israel em 2025; Mandi Coelho, integrante do PSTU e pré-candidata a deputada federal por São Paulo; Leandro Lanfredi, da Transpetro, diretor do Sindipetro-RJ e da Federação Nacional dos Petroleiros; e Thainara Rogério, ativista com nacionalidade espanhola, integrante da delegação catalã a bordo do navio.

A declaração conjunta, assinada pelo Itamaraty, também inclui os ministérios das Relações Exteriores da Turquia, Jordânia, Mauritânia, Paquistão, Espanha, Malásia, Bangladesh, Colômbia, Maldivas, África do Sul e Líbia, destaca que os ataques israelenses contra as embarcações e a detenção ilegal de ativistas humanitários em águas internacionais representam violações do direito internacional e do direito humanitário.

Os ministros expressaram profunda preocupação com a segurança dos ativistas civis e solicitaram a libertação imediata dos detidos.

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Detalhes da Operação

As embarcações da flotilha iniciaram a viagem de Catania, na Itália, em 26 de abril. O Ministério das Relações Exteriores de Israel, em sua resposta, classificou os ativistas detidos como “provocadores” e afirmou que as forças israelenses agiram dentro da lei, buscando garantir a segurança de todos a bordo.

A Marinha israelense reiterou que a operação foi rápida, pacífica e em conformidade com o direito internacional.

Reações e Posicionamentos

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, através de suas redes sociais, parabenizou a Marinha israelense e enfatizou que a flotilha era composta por apoiadores do grupo extremista Hamas. Netanyahu afirmou que nenhum navio ou apoiador do Hamas conseguiu entrar em território israelense ou em águas territoriais, e que a flotilha foi repelida.

O porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Tommy Pigott, demonstrou apoio a Israel e criticou a iniciativa de apoio ao Hamas, expressando a expectativa de que aliados tomem medidas contra essa “manobra política inútil”. Pigott mencionou o uso de ferramentas para impor consequências a apoiadores da flotilha.

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