Ministro Suspende Revisão de Pena em Caso de 8 de Janeiro: Detalhes Surpreendem

Ministro do STJ suspende revisão de pena de “Débora do Batom” em caso de 8 de janeiro. Decisão causa impacto em processo criminal. Saiba mais!

04/05/2026 17:56

2 min

Ministro Suspende Revisão de Pena em Caso de 8 de Janeiro: Detalhes Surpreendem
(Imagem de reprodução da internet).

Decisão Judicial Suspende Análise de Pedido de Redução de Pena de Cabeleireira Ré em Caso de 8 de Janeiro

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de análise apresentado pela defesa da cabeleireira conhecida como “Débora do Batom”. A cabeleireira está envolvida no caso relacionado aos atos que ocorreram em 8 de janeiro, e a defesa buscava a revisão da pena imposta.

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A decisão, proferida nesta segunda-feira (4), foi assinada pelo relator do caso, que esclareceu que, apesar da anulação do veto presidencial por meio do Congresso Nacional, o texto da nova lei ainda não foi formalmente promulgado ou publicado no Diário Oficial da União.

Essa ausência impede a sua entrada em vigor, conforme a decisão.

Ausência de Base Jurídica para Revisão

Moraes, o ministro relator, argumentou que, sem a vigência da nova lei, não existe fundamento jurídico para que a defesa da ré apresente o pedido de aplicação retroativa da mudança nas regras de cálculo de penas. A nova lei, que visa alterar as regras para crimes contra o Estado Democrático de Direito, como os relacionados aos eventos de 8 de janeiro, ainda não está em efeito.

Argumento da Defesa e Impacto da Lei da Dosimetria

A defesa de Débora do Batom sustentava que a mudança na lei seria mais favorável à ré e, portanto, deveria ser aplicada retroativamente. A cabeleireira ficou conhecida por ter escrito a frase “perdeu, mané” em uma estátua próxima ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante os eventos de 8 de janeiro, e foi condenada a 14 anos de prisão.

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A derrubada do veto à lei da dosimetria abriu a possibilidade de revisão das penas aplicadas em casos como o de Débora do Batom. No entanto, especialistas apontam que a lei pode ter seu efeito pleno somente após as eleições de 2026.

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