Ministro Durigan rebate compensação fiscal e defende transição ousada!

Ministro Durigan rebate compensação fiscal e defende transição no trabalho! 💼 Rejeita indenizações a empresários pela escala 6×1. Saiba mais!

06/05/2026 09:45

2 min

Ministro Durigan rebate compensação fiscal e defende transição ousada!
(Imagem de reprodução da internet).

Ministro da Fazenda Defende Transição em Setores, Rejeita Compensação Fiscal

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, se manifestou contrariamente a qualquer tipo de compensação financeira oferecida aos empresários em troca do fim da escala de trabalho 6×1. Em entrevista, Durigan enfatizou que o Estado não deve se responsabilizar por indenizar as empresas, defendendo uma transição planejada para setores específicos.

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A declaração foi feita em participação no programa “Bom Dia, Ministro”, na manhã desta quarta-feira (6).

A proposta central do governo, segundo o ministro, é a adoção de 40 horas semanais, com a concessão de dois dias de folga por semana, sem que haja redução salarial e sem a utilização de benefícios fiscais como forma de compensação. Durigan ressaltou que a discussão sobre a transição deve ser abordada de forma franca na comissão especial do Congresso, considerando particularidades de setores como o agropecuário e o comércio, que não dependem majoritariamente da escala 6×1.

Foco na Produtividade e em Setores de Baixa Renda

Durigan destacou que a Fazenda busca equilibrar os interesses diversos envolvidos na mudança. Ele apontou que três de cada dez trabalhadores no Brasil estão sob a escala 6×1, sendo que 80% deles possuem salários de até dois salários mínimos, representando a força de trabalho de menor renda.

A estratégia do governo é reconhecer o ganho de produtividade para esses trabalhadores, elevando o período de descanso de um para dois dias.

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Mecanismos de Apoio e Críticas à Compensação Fiscal

Além da transição, o ministro mencionou outros mecanismos para auxiliar empresas e setores a se adaptarem à nova realidade, como o aumento do crédito para pequenas empresas, o fortalecimento do Fundo Garantidor de Crédito e a expansão da capacitação digital por meio de instituições como Senac, Sesi e Senai.

Durigan também criticou a desoneração da folha de pagamento, argumentando que essa medida não surtiu o efeito desejado.

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