Ministério das Mulheres repudia ofensas de Zampolli; Janja Lula da Silva fala sobre o tema

Ministério das Mulheres Repudia Ofensas Contra Mulheres Brasileiras
O Ministério das Mulheres manifestou seu repúdio veemente às declarações feitas contra as mulheres brasileiras. Segundo o órgão, tais afirmações configuram um discurso de ódio e desvalorizam o público feminino do país, ferindo a dignidade e o respeito.
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A controvérsia surgiu após Zampolli, em entrevista à emissora italiana RAI, fazer comentários depreciativos. Ele afirmou que “as mulheres brasileiras fazem confusão com todo mundo”, chegando a se referir a elas como “raça maldita”.
Declarações de Zampolli e a Resposta Oficial
O representante especial dos Estados Unidos para parcerias globais declarou ainda que as mulheres seriam “programadas para fazer isso”. Em resposta, o Ministério das Mulheres foi enfático ao esclarecer o teor de suas palavras.
Misoginia como Crime, Não Opinião
Em nota oficial, o Ministério esclareceu que “Misoginia não constitui opinião. Trata-se de manifestação de ódio, aversão e incitação à violência, configurando prática criminosa”.
O órgão ressaltou que o ódio direcionado a meninas e mulheres não pode ser minimizado sob o pretexto da liberdade de expressão. O governo brasileiro reafirmou seu empenho em combater todas as formas de violência de gênero e raça, incluindo a misoginia.
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A Posição da Primeira-Dama e Compromisso Governamental
Janja Lula da Silva, a primeira-dama do Brasil, também se manifestou publicamente, repudiando as falas de Zampolli. Ela mencionou que ele é acusado por sua ex-mulher, a modelo brasileira Amanda Ungaro, de violência doméstica e abuso sexual e psicológico.
Em sua declaração, Janja afirmou: “As mulheres brasileiras, com muita força e coragem, rompem, diariamente, ciclos de violência e de silenciamento. Dizer que somos uma ‘raça maldita’ e ‘programadas para causar confusão’, não nos diminui.”
Manutenção do Combate à Violência de Gênero
O comunicado ministerial detalhou que o governo brasileiro continuará atuando para proteger meninas e mulheres. O foco permanece na promoção de uma sociedade pautada pelo respeito, pela igualdade e pela justiça.
O Ministério das Mulheres segue trabalhando para assegurar a proteção feminina e o enfrentamento de agressões, reconhecendo a misoginia como um fator de risco que pode levar ao feminicídio. Este posicionamento foi divulgado em 24 de abril de 2026.
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